Pazolini é o candidato que mais cresceu em relação às últimas pesquisas eleitorais. Foram 14 pontos percentuais desde o dia 13 de outubro, quando a
primeira amostragem do Ibope foi publicada. Ele aparecia com 13% dos votos válidos e, agora, tem 27%.
Coser oscilou dois pontos dentro da margem de erro, passando de 28% para 26% dos votos válidos. A oscilação de Gandini foi de um ponto percentual, de 27% para 26%. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa aponta para a realização de um segundo turno na Capital, com nomes ainda indefinidos nesse confronto. O segundo turno pode acontecer em cidades com mais de 200 mil eleitores, quando nenhum candidato obtém mais de 50% dos votos na primeira votação. Saiba como funciona o voto para prefeito
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Nesta terceira rodada, A Gazeta apresenta o percentual de votos válidos de cada candidato em relação ao total de votos, excluindo, assim, os indecisos e os votos brancos e nulos. Isso é feito para facilitar a comparação com os resultados que vão ser divulgados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES) no domingo (15). Na apuração, também são considerados apenas os votos válidos.
Se a eleição para prefeito de Vitória fosse hoje e os candidatos fossem estes, em quem o(a) sr(a) votaria? (Estimulada - %)
Em Vitória, os últimos dias de campanha eleitoral foram marcados por uma série de ataques, protagonizados pelos candidatos Lorenzo Pazolini e Fabrício Gandini. O enfrentamento entre eles contou com
acusações mútuas durante o horário eleitoral na TV e batalhas judiciais. Essa estratégia de desconstruir o adversário é comum quando há uma indefinição sobre o segundo turno.
Enquanto isso, Coser optou por resgatar o que fez em gestões passadas, quando foi prefeito. Ele passou ao largo da guerra travada por seus adversários.
O embates, contudo, parecem não ter sido tão favoráveis para Gandini. O candidato, que é apoiado pelo atual prefeito,
Luciano Rezende (Cidadania), viu o percentual de rejeição subir em relação à última pesquisa. Já as intenções de voto de seu rival, Pazolini, subiram.
No cenário estimulado, considerando os votos totais, Pazolini aparece com 25% das intenções, Coser com 24% e Gandini, com 23%.
O percentual é diferente dos votos válidos porque, nesse caso, o cálculo para se chegar ao percentual inclui brancos, nulos e indecisos.
Se a eleição para prefeito de Vitória fosse hoje e os candidatos fossem estes, em quem o(a) sr(a) votaria? (Estimulada - %)
Se Coser aparece bem posicionado nas intenções de voto, empatado com outros dois concorrentes, não é possível dizer o mesmo quando se considera a rejeição dos candidatos.
O petista tem a segunda maior rejeição: 35% dos entrevistados disseram que não votariam nele de jeito nenhum. Ele só perde para
Capitão Assumção (Patriota), rejeitado por 37%.
Gandini ocupa o terceiro lugar, sendo o candidato que mais cresceu nesse quesito nada favorável. Ele apresenta 27% de rejeição, nove pontos percentuais a mais do que apresentado na primeira pesquisa Ibope, divulgada no dia 13 de outubro.
Assumção e Coser são extremos opostos políticos e têm em suas candidaturas, seja por questão partidária ou ideológica, duas lideranças associadas: o atual presidente
Jair Bolsonaro (sem partido) e o ex-presidente Lula.
Já Coser foi tímido quanto à exibição do partido e de Lula. A estrela e o vermelho, dois símbolos do PT, ficaram em segundo plano na campanha do petista para prefeito. Na propaganda eleitoral na TV, o ex-presidente apareceu apenas duas vezes,
uma delas no dia do aniversário de Lula, por orientação do diretório nacional do partido.
Dentre estes candidatos a prefeito de Vitória, em qual o(a) sr(a) não votaria de jeito nenhum? Mais algum? Algum outro?