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Bancos reduzem taxas de juros após Selic cair para 2,25% ao ano

Crédito pessoal está entre as linhas com queda nos encargos já anunciada por algumas instituições bancárias

Publicado em 18/06/2020 às 08h22
Atualizado em 18/06/2020 às 08h22
Data: 08/01/2010 - ES - Vila Velha - Agência do Banestes no bairro Itaparica - Foto: Carlos Alberto Silva
Agência do Banestes no bairro Itaparica, em Vila Velha. Crédito: Carlos Alberto Silva

Após o Comitê de Políticas Monetárias (Copom), do Banco Central, anunciar no início da noite desta quarta-feira (17) a redução da taxa Selic para 2,25% ao ano, instituições financeiras já começaram a repassar o corte aos seus clientes. A nova taxa básica de juros é a menor da história. Confira o que já foi anunciado pelos bancos.

Banestes divulgou que o crédito pessoal passa a ser operado com taxas a partir de 0,99% ao mês. O financiamento para veículos também está com juros a partir de 0,59% ao mês.

Além disso, a taxa de crédito consignado do Banestes parte de 0,75% ao mês, para servidores públicos estaduais. Recentemente, o prazo de parcelamento foi ampliado para até 96 meses, com margem consignável de 35% para servidor público civil e 30% para servidor público militar.

Outra linha de crédito do banco é o de financiamento imobiliário, que, atualmente, tem taxa a partir de 6,65% ao ano, na aquisição pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Esse financiamento permite a utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). 

As novas taxas começam a ser operadas, a partir desta sexta-feira (19), em toda a rede Banestes, e serão aplicadas a partir do perfil de cada consumidor.

Já o Banco do Brasil vai reduzir as taxas de juros para linhas de crédito de pessoas físicas e jurídicas. As novas condições começarão a valer a partir da próxima segunda-feira (22) e seguem o anúncio de redução da taxa básica de juros em 0,75 ponto percentual feito pelo Copom.  

O BB vai reduzir os juros da linha que financia a compra de veículos novos e seminovos, que passará a ter taxa a partir de 0,48% ao mês, ante 0,54% ao mês cobrados atualmente.

Para o home equity (Empréstimo com Garantia de Imóvel) e a linha de crédito estruturado (com garantias), as taxas serão alteradas para patamares a partir de 0,82% e de 0,77% ao mês, respectivamente, em lugar dos 0,88% e 0,83% ao mês praticados até aqui.

Já as linhas de crédito não consignado do Banco do Brasil, destinadas ao público pessoa física em geral, passarão a contar com taxas a partir de 2,81% ao mês, ante os 2,87% ao mês cobrados até então, a depender do nível de relacionamento do cliente com o BB.

As linhas de recebíveis – descontos de cheques e de títulos, além da antecipação de crédito ao lojista (ACL) - passarão a contar com taxas a partir de 1,07%, 0,76% e 0,74% ao mês, em substituição aos atuais 1,15%, 0,82% e 0,82% ao mês, respectivamente.

Para o crédito rotativo, a taxa mínima será reduzida de 2,05% para 1,93% ao mês. Já para o capital de giro, a taxa cobrada pelo BB passará dos atuais 1,18% ao mês para 1,10% ao mês.

Outro banco que reduziu taxas foi o Itaú. A instituição anunciou que vai repassar integralmente a redução para algumas de suas linhas de crédito para pessoa física e pessoa jurídica o corte da Selic (0,75 ponto percentual), a partir da próxima segunda-feira (22).

Bradesco reduzirá juros nas suas principais linhas a partir da próxima segunda-feira (17).

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