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Disputa ao Senado provoca 'congestionamento' de pré-candidatos no ES

Mais de 10 pretendentes se colocam ou são cotados para concorrer à única vaga de senador pelo Espírito Santo em disputa neste ano. Vaga é hoje ocupada pela senadora Rose de Freitas (MDB), que quer tentar se reeleger

Tempo de leitura: 11min
Vitória
Publicado em 13/06/2022 às 08h41
Atualizado em 13/06/2022 às 17h13
Espírito Santo tem mais de 10 pré-candidatos na disputa ao Senado
Espírito Santo tem mais de 10 pré-candidatos para a disputa ao Senado. Crédito: Unsplash/ Arte: Geraldo Neto

Oito anos de mandato, com direito a dois suplentes; ter a oportunidade de ser um dos três representantes do Espírito Santo no Senado e mais chances de se destacar no Congresso Nacional; e, quiçá, seguir o caminho trilhado por outros senadores capixabas que chegaram ao mais alto posto do Executivo estadual. Por esses atributos do cargo e pelo cenário político capixaba atual, a corrida pela única cadeira de senador em disputa pelo Estado já atraiu mais de 10 pretendentes até o momento.

O “congestionamento” de pré-candidatos ao Senado ocorre tanto no campo da oposição ao governo estadual quanto entre os filiados a partidos que buscam ser apadrinhados pelo governador Renato Casagrande (PSB).

Não é à toa que o cargo desperte tanto interesse no meio político: os três últimos governadores do Espírito Santo foram eleitos para os seus primeiros mandatos à frente do Executivo estadual quando ocupavam uma vaga no Senado: José Ignácio FerreiraPaulo Hartung e Renato Casagrande.

Para o pleito de 2022, já se colocaram à disposição para concorrer ao Senado: a senadora Rose de Freitas (MDB), cuja vaga está em disputa; o ex-senador Magno Malta (PL); o ex-prefeito de Colatina Sérgio Meneguelli (Republicanos); o auditor fiscal estadual aposentado Gilbertinho Campos (Psol); e o servidor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) Filipe Skiter (PSTU).

Também pretendem disputar a vaga ao Senado: o coronel Alexandre Ramalho (Podemos), ex-secretário estadual de Segurança Pública; o escritor Nelson Junior (Avante); o empresário Idalécio Carone (Agir); e o ex-vice-governador César Colnago (PSD). Outro cotado para a disputa é o deputado federal Da Vitória (PP), embora ele reafirme que vai concorrer à reeleição.

Dentro do PT há atualmente dois pré-candidatos: a ex-secretária municipal e segunda colocada nas últimas eleições para prefeito de Cariacica, Célia Tavares, e o ex-reitor da Ufes Reinaldo Centoducatte.

CONSOLIDADOS, CARREGANDO E RESTA UM

O primeiro grupo citado é o dos pré-candidatos mais consolidados, cuja chance de recuo é considerada menos provável no mercado político. Contudo, mudanças no tabuleiro político não podem ser descartadas até o final do prazo para registro das candidaturas, em 15 de agosto.

O segundo grupo apresentado é formado por nomes que tentam se cacifar para a disputa ou que dependem muito mais do partido do que da própria vontade de concorrer para serem oficializados candidatos ao Senado.

Do terceiro grupo, formado por dois nomes do PT, só restará um, já que cada partido só poderá lançar um nome para concorrer à vaga de senador pelo Espírito Santo em 2022.

GOVERNISTAS, OPOSIÇÃO E INDEPENDENTES

Dos cotados para a disputa, Rose de Freitas, Da Vitória e o coronel Ramalho disputam o apoio de Casagrande, frequentemente dividindo o palanque com ele em agendas do governo estadual. São considerados os mais governistas dos pretendentes, mas em entrevista para a colunista Letícia Gonçalves, o governador assinalou que quer apenas um aliado na corrida ao Senado. No mercado político, Rose é apontada como a pessoa com mais chances de ser escolhida.

Outro que está em partido da base governista é Nelson Junior. Ele, porém, não quis se pronunciar sobre sua posição em relação ao governo. O presidente estadual do Avante, Marcel Carone, garantiu que a prioridade do partido é trabalhar a viabilidade do escritor para o Senado. Há informações de que o Avante estaria conversando com outras siglas e poderia compor chapa fora da base do governo.

Embora não sejam governistas de carteirinha, os nomes apresentados pelo PT também devem ficar num campo próximo ao do governador. Ainda que lancem chapa independente, se confirmada a retirada do senador Fabiano Contarato (PT) da disputa ao governo do Estado, o PSB e o PT estão juntos na disputa presidencial, com a chapa formada pelo ex-presidente Lula (PT) e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB).

Magno Malta, Meneguelli e Colnago estão filiados a partidos com pré-candidatos a governador de oposição a Casagrande. Os três já foram próximos do atual governador, em momentos anteriores da vida política deles. Malta chegou a ser eleito senador, em 2010, na chapa em que o socialista se elegeu governador. 

O ex-senador lidera a pesquisa eleitoral realizada pelo Ipec a pedido da Rede Gazeta para a disputa ao Senado, em maio deste ano, com 23% das intenções de voto. Meneguelli vem em seguida, com 17%, tecnicamente empatado com Rose,  que aparece com 15%.  Por terem nichos similares, a união de PL e Republicanos foi cogitada nos bastidores, mas os dois partidos têm pré-candidatos a governo e ao Senado, o que tem impedido a união. 

Já Colnago enfrenta resistência dentro do partido para se manter na disputa, pois o pré-candidato a governador pelo PSD, o ex-prefeito de Linhares Guerino Zanon, quer as vagas de vice e do Senado para tentar atrair aliados.

Também filiado em um partido de oposição ao governador, Idalecio Carone se coloca como independente e afirma que não quer apoiar nenhum nome para governador. O Agir apoia o presidente da Assembleia Legislativa, Erick Musso (Republicanos), para a disputa ao governo. "Se não subir nas pesquisas, não será candidato", assegurou o presidente estadual do Agir, Adriano Rocha, que acrescenta que o empresário será convidado a disputar uma vaga para a Câmara dos Deputados, se isso ocorrer.

Outros nomes considerados mais independentes do que oposição propriamente são os pré-candidatos de esquerda Filipe Skiter e Gilbertinho Campos, que tiveram suas pré-candidaturas lançadas em maio. Este ainda enfrenta as dificuldades impostas pela federação formada pelo Psol e a Rede, que tem o ex-prefeito da Serra Audifax Barcelos como pré-candidato a governador. Audifax queria oferecer a vaga de senador na chapa para atrair aliados, mas o Psol não abre mão de concorrer a uma vaga majoritária.

Diante desse cenário ainda indefinido, a disputa pela vaga de senador deve ser bastante acirrada nas eleições de 2022. Alguns partidos interessados em participar da corrida aguardam a definição da relação entre PT e PSB no Espírito Santo para dar os próximos passos, prevista para o próximo dia 15 de junho. Mas a consolidação do tabuleiro eleitoral só ocorrerá mesmo a partir das convenções partidárias, que serão realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto.

CONFIRA, EM ORDEM ALFABÉTICA, OS COTADOS PARA O SENADO:

CÉSAR COLNAGO (PSD)

Ex-vice-governador César Colnago tentar superar as resistências dentro do PSD para concorrer. Crédito: Divulgação/Assessoria César Colnago
Ex-vice-governador César Colnago tentar superar as resistências dentro do PSD para concorrer. Crédito: Divulgação/Assessoria César Colnago

O ex-vice-governador do Estado César Colnago trocou o PSDB, partido que ajudou a fundar no ES, pelo PSD em abril para concorrer ao governo. Porém, esbarrou em outro pré-candidato a governador: o ex-prefeito de Linhares Guerino Zanon (PSD). Ele recorreu ao presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, e afirmou ter obtido dele a garantia de concorrer ao Senado.  Mas Zanon afirmou que vai oferecer a vaga de vice e do Senado na chapa para atrair aliados.

Assim, a pré-candidatura de Colnago ao Senado já nasceu com chances de não resistir até as convenções partidárias, em julho. Enquanto aguarda uma definição, ele programou viagens por diversos municípios de Norte a Sul do Estado para tentar obter apoio de lideranças com e sem mandato. Além de ex-vice-governador, Colnago é médico, já foi deputado estadual, presidente da Assembleia Legislativa, deputado federal, secretário estadual da Agricultura, secretário municipal e vereador de Vitória.

CORONEL RAMALHO (PODEMOS)

Coronel Alexandre Ramalho deixou o comando da Sesp para concorrer ao Senado pelo Podemos. Crédito: Rprodução Governo do Estado
Coronel Alexandre Ramalho deixou o comando da Sesp para concorrer ao Senado pelo Podemos. Crédito: Rprodução Governo do Estado

O coronel Alexandre Ramalho filiou-se ao Podemos e deixou o cargo de secretário estadual de Segurança Pública para concorrer ao Senado, em março deste ano. Ele confessa que gostaria de estar na aliança e na chapa com o apoio do governador Renato Casagrande (PSB). Caso não consiga isso, ele garante que mantém seu nome na disputa, mas vai respeitar a decisão que o partido tomar.  Ramalho obteve 9% das intenções de voto na pesquisa Ipec.

Ramalho ingressou na Polícia Militar do Espírito Santo em 1991, foi comandante-geral da PMES de 2018 a 2019 e secretário de Defesa Social de Viana. Ele é formado em Administração e pós-graduado em Segurança Pública, área que prioriza em sua pré-campanha, visitando Câmaras Municipais e levantando discussão sobre o tema com vereadores de diversos municípios.

DA VITÓRIA (PP)

Posse da nova diretoria do Sindiex
Deputado federal Da Vitória está cotado para disputar o Senado pelo PP. Crédito: Rodrigo Gavini/Sindiex/Divulgação

Oficialmente ele afirma que vai disputar a reeleição para a Câmara dos Deputados, mas o deputado federal Da Vitória (PP) tem o nome cogitado para disputar o Senado por aliados e pelo partido. Mesmo sem se declarar pré-candidato, ele tem participado ativamente de todas as agendas possíveis ao lado do governador Casagrande, de quem gostaria de obter o apoio para se viabilizar para concorrer à vaga de senador.

Da Vitória dá sinais de que não insistirá na disputa, a não ser que realmente haja viabilidade para concorrer. Ele apareceu com 8% de intenções de voto na pesquisa Ipec. Natural de Colatina, está no seu primeiro mandato de deputado federal. Policial militar, ele entrou na reserva após ser eleito deputado estadual, em 2006. Foi reeleito para a Assembleia Legislativa duas vezes e concorreu ao cargo de prefeito de Colatina por duas vezes, sem sucesso

FILIPE SKITER (PSTU)

Filipe Skiter, pré-candidato ao Senado pelo PSTU. (Lançamento das pré-candidaturas do capitão Vinícius Sousa a governador e Filipe Skiter ao Senado, pelo PSTU, com participação da presidenciável Vera Lúcia)
Filipe Skiter, pré-candidato ao Senado pelo PSTU. . Crédito: Ricardo Medeiros

Técnico-administrativo em educação da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Filipe Skiter (PSTU) teve sua pré-candidatura ao Senado lançada no dia 14 de maio, juntamente com outros pré-candidatos do partido.  Para ele, a disputa eleitoral é "apenas uma das formas de transformar a sociedade".  Ele propõe, entre outras coisas, a revogação do teto de gastos, das reforma trabalhista e previdenciária.

GILBERTINHO CAMPOS (PSOL)

Gilbertinho Campos é pré-candidato a senador pelo Psol
Gilbertinho Campos é pré-candidato a senador pelo Psol. Crédito: Sérgio Cardoso/Psol/Divulgação

Militante do movimento negro há mais de 40 anos, Gilbertinho Campos teve o nome lançado para a disputa ao Senado pelo Psol em maio. Ele é auditor fiscal da Receita Estadual aposentado e pretende disputar sua segunda eleição. A primeira foi em 2020, quando concorreu ao cargo de prefeito de Vitória e saiu derrotado. 

Gilbertinho e o Psol tentam construir um diálogo com a Rede, legenda com a qual o Psol formou federação com prazo de duração de quatro anos. Os dois partidos têm posicionamentos muito diferentes no Estado. A Rede lançou o ex-prefeito da Serra Audifax Barcelos para a disputa ao governo do Estado.

IDALÉCIO CARONE (AGIR)

Idalecio Carone é pré-candidato a senador pelo Agir
Idalecio Carone é pré-candidato a senador pelo Agir. Crédito: Arquivo pessoal

O empresário Idalecio Carone (Agir) se apresenta como um pré-candidato independente, pois não pretende se ligar a nenhum candidato a governador. O partido dele, Agir, apoia o presidente da Assembleia Legislativa, Erick Musso, para a disputa ao governo. Por causa dessa postura, caso não consiga subir nas pesquisas, o empresário poderá ser rifado pelo partido da disputa ao Senado. 

Ele garante já ter o apoio de diversos segmentos da sociedade, com os quais têm dialogado, mas não revela quais. Carone afirma que esses segmentos querem mudanças e que os pré-candidatos mais bem cotados nas pesquisas não representariam mudança. Suas bandeiras principais são: resgatar o emprego e modernizar a área da Saúde. 

MAGNO MALTA (PL)

Ex-senador Magno Malta discursa em evento do governo federal, de entrega de casas populares em São Mateus
Ex-senador Magno Malta tenta voltar ao Senado pelo PL. Crédito: Alan Santos/PR

Senador por dois mandatos (2003-2019), Magno Malta (PL) tenta voltar a ocupar uma cadeira na Casa como representante do Espírito Santo, depois de perder a reeleição, nas eleições de 2018.  O ex-senador é atualmente aliado de primeiro linha do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), e oposição ao governador do Estado.

Como presidente estadual do PL, descartou recentemente qualquer aliança que possa implicar na retirada do seu nome para o Senado ou do ex-deputado federal Carlos Manato (PL) da disputa para governador.  Antes de entrar no Senado, foi pastor, músico, exerceu mandato de deputado federal, de deputado estadual e de vereador de Cachoeiro de Itapemirim. 

NELSON JÚNIOR (AVANTE)

Nelson Junior, pré-candidato do Avante a senador
Nelson Junior, pré-candidato do Avante a senador. Crédito: Arquivo Pessoal

Autor de oito livros publicados, palestrante, pastor e conselheiro de casais há 22 anos, Nelson Junior é pré-candidato a senador pelo Avante. Ele se apresenta como  conselheiro matrimonial, afirma que tem formação, mas não é coach, e quer se valer da influência que tem nas redes sociais para conseguir se viabilizar para a disputa. "Sou um outsider. Nunca me imaginei disputando uma eleição", afirmou.

Apesar de ser evangélico, disse que cerca de 30% do seu público na Internet é formado por católicos e outros 10% por pessoas que acompanham seu trabalho porque gostam do tema.  É autor do livro "Eu escolhi esperar" e idealizador do movimento com o mesmo nome, que defende a iniciação da vida sexual somente depois do casamento.

PRÉ-CANDIDATOS DO PT

Pré-candidatos do PT ao Senado
Pré-candidatos do PT ao Senado. Crédito: Montagem A Gazeta

O Partido dos Trabalhadores (PT) tem dois pré-candidatos ao Senado: Célia Tavares, ex-secretária municipal e segunda colocada na disputa para prefeito de Cariacica em 2020, e o ex-reitor da Ufes Reinaldo Centoducatte. O processo de escolha do nome que o partido lançará na disputa ainda não foi definido, segundo os pré-candidatos ouvidos pela reportagem.

Ex-vice-reitor e ex-reitor da Ufes, Centoducatte é atualmente professor aposentado e pesquisador voluntário da universidade. Ele conta com o apoio das correntes com mais representantes dentro do PT estadual e obteve o apoio de quatro pré-candidatos da legenda ao Senado que recuaram em seu favor, sendo o último deles o vereador de Cariacica André Lopes. O recuo deste foi anunciado no último sábado (11), durante plenária do PT.

Célia, por sua vez, tem no currículo uma outra disputa ao Senado,  pois concorreu pelo PT em 2018. Em 2020, disputou o segundo turno da eleição para prefeito de Cariacica, com apoio do seu maior cabo eleitoral dentro do partido, o deputado federal Helder Salomão, ex-prefeito do município. Célia também foi secretária municipal de Educação na gestão de Helder no município.

Com a expectativa da retirada do nome do senador Fabiano Contarato (PT) da disputa para governador, o lançamento de um nome próprio para o Senado pode ser a solução do PT para garantir um palanque no Estado para o ex-presidente Lula na disputa presidencial. Além disso, seria uma forma de atender aos anseios da militância do partido, que defende nome próprio na disputa para Senado e governo.

ROSE DE FREITAS (MDB)

Senadora Rose de Freitas (MDB)
Senadora Rose de Freitas (MDB) quer o apoio do governador na disputa à reeleição. Crédito: Jefferson Rudy/Agência Senado

Primeira mulher eleita senadora pelo Espírito Santo, em 2014, Rose de Freitas (MDB) busca o apoio do governador Casagrande (PSB) para disputar a reeleição. Ela é a atual presidente estadual do seu partido, que ficou esvaziado depois do último troca-troca partidário e enfraquecido para a disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados.

Muito popular entre os prefeitos por conta de sua atuação em seis mandatos como deputada federal, Rose é vista como a escolha mais provável na chapa governista. Porém, enfrenta resistência dos que defendem renovação. Ela foi a primeira mulher a ocupar um cargo titular na Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, em 2011, como vice-presidente. Em 2021, foi eleita presidente da Comissão Mista do Orçamento no Congresso Nacional.

SÉRGIO MENEGUELLI (REPUBLICANOS)

Sérgio Meneguelli, pré-candidato do Republicanos ao Senado. Crédito: Arquivo Pessoal
Sérgio Meneguelli, pré-candidato do Republicanos ao Senado. Crédito: Arquivo Pessoal

Popular nas redes sociais, o ex-prefeito de Colatina Sérgio Meneguelli (Republicanos) quer aproveitar o espaço que tem na Internet para tornar sua candidatura ao Senado competitiva sem precisar gastar muito dinheiro. Ele se coloca como a novidade entre os três nomes mais bem posicionados na pesquisa Ipec para o Senado (Rose é senadora e Magno Malta já exerceu dois mandatos de senador). 

Ele ressalta ter respeito por ambos, mas acredita que eles já deram as suas contribuições e que "o Senado só vai se renovar com sangue novo". Meneguelli garante que não quer disputar reeleição, como o fez na Prefeitura de Colatina. Ele afirma que sua experiência como vereador de Colatina será importante para a atuação no Legislativo novamente, caso tenha êxito na disputa, e tem como meta "transformar o Espírito Santo em potência nacional". "Quero lutar por investimento pesado para o Estado, não é só por aquela verbinha de emenda", frisou.

Correção

13 de Junho de 2022 às 17:10

O vereador de Cariacica André Lopes (PT) retirou sua pré-candidatura ao Senado em favor do ex-reitor da Ufes Reinaldo Centoducatte, no último sábado (11), durante plenária do PT. No texto anterior, ele ainda constava como pré-candidato do PT ao Senado.

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