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Rede BH tem prejuízo milionário com incêndio e busca evitar falta de produtos no ES

Rede BH tem prejuízo milionário com incêndio e busca evitar falta de produtos no ES

Em visita à região do galpão que pegou fogo no último sábado (7), em Viana, dono da Rede BH, Pedro Lourenço, diz que está trazendo produtos de Belo Horizonte e estima regularizar estoque em até 30 dias

Publicado em 10 de fevereiro de 2026 às 14:51

O incêndio que atinge, desde sábado (7), uma área de galpões logísticos em Viana, provocou um prejuízo milionário à Rede BH, que mantinha no local seu Centro de Distribuição no Espírito Santo. Após afirmar que a houve perda total de mercadorias abrigadas no espaço, o presidente da  empresa, Pedro Lourenço, afirma que o prejuízo foi de R$ 150 milhões.

Enquanto busca uma área para começar um novo centro de distribuição, a Rede BH está organizando uma operação logística para trazer, em carretas de Belo Horizonte, os produtos para abastecer as mais de 40 lojas no Espírito Santo. A previsão da empresa é regularizar, em até 30 dias, o abastecimento das lojas.

Pedro Lourenço, dono do BH Supermercados
Pedro Lourenço, dono do BH Supermercados Crédito: Tiago Alencar

"Vamos manter isso até a gente conseguir montar um outro galpão menor, até se reestruturar para ter um galpão maior. A nossa preocupação é com o nosso consumidor", afirmou.

Sobre o desabastecimento, Lourenço afirmou que pode faltar um produto ou outro, mas não há risco de desabastecimento. "Temos a nossa logística em Minas (Gerais), e nossos parceiros e fornecedor regionais estão ajudando muito a gente. O risco é de ruptura de alguns produtos. Isso vai acontecer, pode acontecer, mas a gente calcula uns 30 dias para regularizar a situação", afirma.

A fala do empresário ocorreu durante entrevista coletiva realizada na tarde desta terça-feira (10), em área próxima ao galpão atingido pelas chamas no último final de semana.

Sobre o incêndio em um dos seus galpões logísticos, o presidente da Rede BH disse que acompanha o caso desde a amanhã de sábado e que aguarda o resultado da perícia sobre as reais causas do ocorrido.

O empresário descreveu o que sentiu ao acompanhar a destruição da unidade e a preocupação em garantir a assistência aos consumidores capixabas. 

"É um sentimento de impotência, ver o fogo avançando e não poder fazer nada. Mas a maior preocupação é seguir atendendo aos nossos clientes da melhor maneira possível."

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