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Aumento de casos

Coronavírus: ES avalia suspender novamente cirurgias eletivas

A taxa de ocupação dos leitos de UTI para pacientes com a Covid-19 já está em 82%. O novo mapa de risco para transmissão do coronavírus traz seis cidades capixabas no risco alto

Publicado em 14 de Dezembro de 2020 às 10:13

Redação de A Gazeta

Publicado em 

14 dez 2020 às 10:13
Novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com respirador no Hospital Jayme Santos Neves, na Serra.
Leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) com respirador no Hospital Jayme Santos Neves, na Serra. Crédito: Reprodução/TV
Com o avanço da pandemia no Espírito Santo, o governo do Estado avalia suspender novamente as cirurgias eletivas. A taxa de ocupação dos leitos de UTI para pacientes com Covid-19 já está em 82%.
As cirurgias eletivas, ou seja, aquelas que não são de urgência ficaram suspensas por quatro meses, mas foram retomadas em agosto, quando o Estado vivia uma estabilidade da doença.
O novo mapa de risco para transmissão do coronavírus traz seis cidades no risco alto, com a cor vermelha: Ecoporanga, Mantenópolis, Marilândia, Ibiraçu, Domingos Martins e Anchieta. No mapa anterior, apenas Mantenópolis tinha regredido para a cor vermelha.
governador Renato Casagrande admite que os hospitais do Estado sofrem uma forte pressão e fez um apelo para que os capixabas respeitem os protocolos de segurança.
"O Estado avalia de novo a hipótese de suspender as cirurgias eletivas. Nós estamos de novo tendo uma pressão nos hospitais. Chegamos a ter entorno de 280 leitos de UTI ocupados e agora estamos com 436 leitos ocupados", disse o governador em pronunciamento na sexta-feira (11).
A situação mais crítica está na Região Norte do Estado, que tem 85% dos leitos de UTI para Covid ocupados. Na última semana, o governador chegou a afirmar que a doença está galopante no interior do Estado, onde a taxa de transmissão está em 1,71. Na Grande Vitória, essa taxa está em 1,03.

NATAL E RÉVEILLON

Considerando o mês de dezembro, com festividades de Natal, réveillon e a chegada do verão, Casagrande fez um apelo às famílias, para que os parentes conversem entre si sobre como vão passar por essa época, sem esquecer que vivenciamos uma pandemia, tomando os cuidados necessários.
"Vamos ter empatia de compreender aquilo que precisamos fazer e o que podemos causar ao outro. Quem puder ficar em isolamento, fique. Estamos entrando no verão, época de férias, precisamos ter disciplina. Se não tivermos, muitas pessoas vão perder a vida, principalmente as pessoas de mais idade. Às vezes o jovem tem poucos sintomas, não tem efeito sobre o organismo. Mas ele pode transmitir para uma pessoa de mais idade", pediu.

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