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Em Londres

Capixaba na fila da vacina da Covid diz que amigas tiveram reação

Enfermeira da Serra, que mora na Inglaterra e cuida de idosos britânicos, está prestes a ser imunizada, mas relatou como tem sido os primeiros dias de vacinação na cidade onde vive

Publicado em 12 de Dezembro de 2020 às 14:15

Redação de A Gazeta

Publicado em 

12 dez 2020 às 14:15
A enfermeira Áurea de Souza
A enfermeira Áurea de Souza Crédito: TV Gazeta/Reprodução
A enfermeira capixaba, natural da Serra, Áurea de Souza, que trabalha cuidando de idosos no país britânico, é uma das pessoas que são grandes candidatas a receberem a vacina antes de 2021 em Londres, na Inglaterra. O país tem a expectativa de imunizar idosos e profissionais de saúde ainda neste mês.
No entanto, em entrevista ao ES1, jornal da TV Gazeta, afiliada da TV Globo no Espírito Santo, deste sábado (12), a profissional da saúde disse que duas de suas amigas, também enfermeiras, tiveram reações alérgicas à fórmula patenteada pela Pfizer, que é a que está sendo adotada na imunização da Inglaterra.
A enfermeira Áurea de Souza em entrevista em vídeo ao vivo no ES1, da TV Gazeta, afiliada da TV Globo no Espírito Santo
A enfermeira Áurea de Souza em entrevista em vídeo ao vivo no ES1, da TV Gazeta, afiliada da TV Globo no Espírito Santo Crédito: TV Gazeta/Reprodução
“Já aconteceu de duas enfermeiras terem reação alérgica à injeção. Ainda vou conversar com o meu médico para ter certeza de que vai dar certo, mas está tudo muito novo... Medo [da vacina] dá, mas é a única esperança que a gente tem no momento”, pondera.
Por entrevista ao vivo em vídeo, a capixaba que mora em Londres também relatou que os idosos do asilo em que trabalha devem receber as doses da vacina até o Natal. “A gente acredita que já vamos começar a receber as doses agora na segunda-feira próxima. Já tenho amigas que já vacinaram os idosos nos asilos em que trabalham”, detalha.
Aos capixabas, a enfermeira que diz só ter testado negativo para o coronavírus nos exames que realizou até hoje alertou: “Levem a doença a sério. Estamos aqui sofrendo muito, tudo fechado, muita tristeza, correria... Falo direto com minha mãe no Brasil que é para ela levar a sério, que não é brincadeira. Chorei muito nessa pandemia. Só quem está de perto sabe o que é passar pela Covid. Só Deus para a gente ter essa vacina e esperança de novo”.

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