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Em Vitória

Após incêndio, prédio é liberado pela Defesa Civil na Praia do Canto

Em vistoria realizada na manhã desta terça-feira (20) pelo órgão municipal, ficou constatado que não houve danos à estrutura da edificação. Desta forma, os moradores puderam retornar em segurança para os apartamentos

Publicado em 20 de Outubro de 2020 às 13:03

Redação de A Gazeta

Publicado em 

20 out 2020 às 13:03
Corpo de Bombeiros faz vistoria no prédio, na Praia do Canto, onde aconteceu um incêndio
Corpo de Bombeiros faz vistoria no prédio, na Praia do Canto, onde aconteceu o incêndio nesta segunda-feira (19) Crédito: Vitor Jubini
O Edifício Pintor Fanzeres, na Praia do Canto, em Vitória, foi liberado pela Defesa Civil municipal por volta das 10 horas da manhã desta terça-feira (20). O prédio havia sido interditado ainda na noite de segunda-feira (19) devido ao incêndio ocorrido em um apartamento do terceiro andar que vitimou um menino de apenas quatro anos, morador do imóvel.
A interdição se fez necessária por conta da fumaça que havia no local e que poderia representar riscos aos demais moradores. Ainda no período da noite de segunda-feira e nas primeiras horas da manhã desta terça, alguns condôminos foram autorizados a entrarem nos respectivos apartamentos para buscarem pertences, roupas, medicamentos e documentos.
Incêndio atinge prédio na Praia do Canto, em Vitória
O incêndio tomou grandes proporções e foi visto por moradores de prédios próximos na Praia do Canto Crédito: Jéssica Lima
Segundo a coordenadora em exercício da Defesa Civil de Vitória, Sidineia dos Santos, equipes do órgão estiveram no local para realizar uma vistoria e constataram que não houve nenhum dano estrutural no edifício, liberando-o para o livre acesso de moradores. A unidade que sofreu o incêndio, localizada no terceiro andar, segue interditada para a realização da perícia do Corpo de Bombeiros, que busca identificar a origem do incêndio.
"Interditamos ontem em razão da insalubridade, já que havia muita fumaça nos andares, a energia estava cortada e tinha muita água nos corredores. Então, por segurança, preventivamente o interditamos. Até mesmo para no dia (hoje) seguinte fazermos a avaliação estrutural. Nós avaliamos a estabilidade da habitação e conclui-se que não houve danos nesse sentido. Concluímos que o incêndio se concentrou mais em um dos quartos, e atingiu em menor intensidade outros cômodos. Desta forma o edifício, com cerca de 40 anos, foi liberado", detalhou a coordenadora do órgão.

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