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Transcol vai rodar 100% na Grande Vitória, mas passe-escolar está suspenso

Medida faz parte do conjunto de ações que serão adotadas durante 14 dias da quarentena que será adotada nesta quinta-feira (18)

Vitória / Rede Gazeta
Publicado em 16/03/2021 às 19h14
Manifestantes bolsonaristas protestam em frente ao Palácio Anchieta, contra medidas restritivas adotadas pelo Governador Renato Casagrande no enfrentamento da pandemia da Covid-19
Frota do Transcol é composta por 1.400 ônibus, segundo governador Renato Casagrande. Crédito: Fernando Madeira

governo do Estado garante que 100% da frota do Transcol irá circular durante os 14 dias da quarentena que será iniciada nesta quinta-feira (18). O passe-escolar, no entanto, está suspenso. De quinta ao dia 31 de março, o comércio e serviços não essenciais vão permanecer fechados no Espírito Santo para conter o aumento dos casos, internações e óbitos provocados pela Covid-19.

Pelas novas medidas, as aulas nas redes públicas e privadas estão suspensas em todo o Estado, na modalidade presencial, em todos os níveis a partir da próxima quinta-feira. A determinação vale ainda para os cursos livres presenciais.

O governador Renato Casagrande explicou que as ações estão sendo adotadas por causa do aumento do número de óbitos, de contagiados e da ocupação de leitos hospitalares em decorrência da Covid-19.

Nesta terça-feira, a taxa de ocupação nas UTIs é de 91,05%. Na enfermaria, o índice é 79,77%.  De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Nésio Fernandes, desde a última quarta-feira (10), o Estado registra aumentos intensos nas internações. 

Nésio Fernandes

Secretário de saúde

"Tivemos três dias com mais de 150 pacientes internados. Nesse momento, disparar essas medidas do risco extremo é proteger o sistema de saúde do colapso e diminuir a pressão hospitalar para garantir acesso a todos os atingidos pela Covid-19. Nesses 14 dias, o objetivo é interromper a cadeia de transmissão de forma abrupta"

O governador denominou as novas medidas restritivas de quarentena, porque não vai ser impedida a mobilidade das pessoas pelas cidades e serviços essenciais vão continuar funcionando. "Não é um lockdown porque estamos pedindo uma restrição da mobilidade para oferecer o atendimento adequado nos hospitais".

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