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Pandemia

"Se o povo não tem consciência, arca com as restrições", diz leitora

Oito cidades capixabas que entraram em risco alto de contaminação pela Covid-19 na sexta-feira (25) vão enfrentar uma série de regras nesta semana do réveillon, incluindo fechamento de bares

Publicado em 28 de Dezembro de 2020 às 10:38

Públicado em 

28 dez 2020 às 10:38

Colunista

Praia do Morro, em Guarapari, estava lotada na manhã deste sábado (26)
Praia do Morro, em Guarapari, estava lotada na manhã de sábado (26) Crédito: Reprodução / TV Gazeta
Os oito municípios classificados pelo governo do Espírito Santo na sexta-feira (25) como em risco alto de contaminação pela Covid-19 terão uma série de restrições nesta semana do réveillon. Grandes cidades como Guarapari, Linhares e São Mateus estarão nessa faixa de risco a partir desta segunda-feira (28) até o próximo domingo (3).
Entre as principais medidas determinadas pela Matriz de Risco estão o fechamento de bares, parques e unidades de conservação ambiental, além de restrições no funcionamento de estabelecimentos comerciais e restaurantes. As aulas presenciais de qualquer nível de ensino ficam suspensas.
Guarapari, que atrai milhares de turistas nessa época do ano, já tinha anunciado que não faria queima de fogos na praia no réveillon. A prefeitura também publicou um decreto que endurece as punições a lojas e restaurantes que forem reincidentes no descumprimento dos horários estabelecidos.
A adoção de medidas mais rígidas de restrição à circulação de pessoas para evitar a disseminação da Covid1-9 foi elogiada pela maioria dos leitores, nas redes sociais de A Gazeta. Confira alguns comentários:
Se a população não tem consciência, tem que arcar com as restrições mesmo. (Tatiane S. Ramos)
As pessoas têm que se conscientizar que é melhor ficar um ano sem praia do que ficar eternamente debaixo do solo. (Sebastião Pandolfi)
Na hora de diminuir o número de ônibus e aumentar a lotação, isso não é aglomeração? Não estou defendendo aglomeração, mas diminuir o número de coletivos é sacanagem. (Patrícia Carla)
Aplique-se as medidas, e se o povo não colaborar, endureça as regras. Tá tudo certo enquanto não é ninguém dentro da sua casa, a dor tá no vizinho por enquanto. Chega de enfiar essa culpa nos outros, na política, seja onde for. Se na eleição teve aglomeração teve porque alguém se juntou, então a culpa é dividida, ninguém obriga ninguém a participar. Tenha certeza que um tubo enfiado na garganta é bem pior do que esperar as coisas se acalmarem. (Ana Paula Ferreira)
Demorou! Se não tem consciência, se não tem respeito ao espaço do outro, este é o caminho! (Antonio Cezar S. Aquino)
Nos outros países colocam leis que, inclusive, estão adiantando e em tudo o povo obedece. Mas nós, brasileiros, tudo queremos questionar... tantas famílias sofrendo e muitos não acreditam e ficam procurando o que dizer. Ame você e ao próximo. (Neusa Ferreira)
No prédio onde minha mãe mora tem uma placa enorme falando que só pode andar no elevador se estiver de máscara. Raras são as pessoas que pelo menos se dão ao trabalho de ler a placa. Não adianta, enquanto não tiverem educação e bom senso nada vai mudar. (Maria Claudia)
Galera, só 15 dias, na economia a gente pensa depois. (Thiago Luiz A. Pereira)
Espero que não seja só no réveillon, mas durante o verão todo com restrições. (Bernadete Thevenard)
Muito bonito o pessoal batendo palma pra gente perdendo emprego e o pão de cada dia, mas juntou umas 10 pessoas em casa pra comemorar o Natal, incluindo idosos. Enfim, a hipocrisia. (Gustavo Oliveira)
Passou da hora… o Estado pede socorro pois as pessoas não obedecem. (Marilza Cassaro)
O comércio fechando e as pessoas passando necessidades por falta de emprego. Isso ninguém fala, né? (Franciane Conholato)
Está todo mundo na rua, nos bares, no comércio, em festas (nunca se fez tantas festinhas como agora) etc. Só não vê quem não quer. Os poucos cidadãos que ainda ficam reclusos têm que aguentar o vizinho barulhento e aglomerador. Bem-vindo, deixa eu te apresentar o Brasil. (Jeferson Pereira)

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