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Parcialmente liberada

Com pontos na pista que podem ceder, BR 262 continua com pare e siga

Recomendação da PRF é só transitar pela rodovia em caso de necessidade. Entre os quilômetros 22 e 38, os carros estão atravessando em comboio acompanhados de uma viatura

Publicado em 16 de Novembro de 2019 às 13:30

Geraldo Campos Jr

Publicado em 

16 nov 2019 às 13:30
BR 262 apresenta fluxo lento por causa dos perigos na estrada devido à chuva Crédito: Lilian Lavagnoli
O trecho da BR 262, em Domingos Martins, que chegou a ser interditado por causa das chuvas na quinta (14), continua liberado parcialmente e funcionando em sistema de pare e siga neste sábado. Entre os quilômetros 22 e 38, os carros estão atravessando em comboio acompanhados de uma viatura do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).
Essa liberação apenas parcial se faz necessária por causa dos riscos que ainda existem do asfalto ceder em alguns pontos da rodovia, explica o inspetor Rossi da Polícia Rodoviária Federal no Espírito Santo. Por isso, segundo ele, não há previsão para liberação total da BR.
"Tem trechos nesse pedaço que a pista está com risco de desmoronar, então tem que passar longe da beirada. É por isso que não há previsão de liberação total nos dois sentidos. São poucos esses pontos que a pista corre risco de ceder, mas eles existem", disse para a reportagem de A Gazeta neste sábado.
Tem funcionado assim: os motoristas precisam aguardar nos dois pontos de bloqueio e são liberados em comboio, com o carro do DNIT a frente, e em uma velocidade baixa, de até 40 km/h. Após esse comboio passar, o carro do Dnit volta guiando os veículos no sentido contrário. O trajeto em um sentido está levando meia hora, segundo informou na sexta o superintendente do Dnit no ES, Romeu Scheibe.
Esse veículo vai na frente pára "monitorar os riscos, orientar o trânsito e fazer com que todos passem na velocidade compatível", explicou o inspetor, que afirmou ainda que os pontos da rodovia em que houve deslizamento de terra foram limpados.
RECOMENDAÇÃO
A recomendação, segundo o inspetor Rossi, da PRF, é que as pessoas só transitem pela BR 262 em caso de extrema necessidade.
"Só passe se for totalmente necessário. Isso por causa do transtorno da pista estar parcialmente fechada, o tempo de espera e o risco que ainda há da pista ceder em alguns pontos. Quem puder evitar, evite", recomendou.

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