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Educação

Arnaldinho avalia implantação de escola cívico-militar em Vila Velha

Em entrevista, o prefeito eleito afirmou que 'com certeza caberia' uma instituição desse modelo no município e citou a presença do Exército na cidade

Publicado em 30 de Novembro de 2020 às 20:56

Redação de A Gazeta

Publicado em 

30 nov 2020 às 20:56
No bairro Parque das Gaivotas, em Vila Velha, Arnaldinho Borgo comemora sua vitória no segundo da eleição para o cargo de prefeito da cidade canela verde derrotado para reeleição
Arnaldinho Borgo comemorou sua vitória ao lado de apoiadores em Vila Velha  Crédito: Carlos Alberto Silva
Um dia depois de ser eleito prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo (Podemos) afirmou que vê com bons olhos a possibilidade da instalação de uma escola cívico-militar no município.  Em entrevista à Rádio CBN Vitória na tarde desta segunda-feira (30), ele ressaltou a presença das Forças Armadas na cidade, representadas pelo 38º Batalhão de Infantaria do Exército e pela Escola de Aprendizes-Marinheiros, ambas situadas na Prainha.
"A gente não vê problema em ter a instalação de uma escola cívico-militar em Vila Velha. Inclusive, a cidade tem a presença de duas forças de segurança que são o Exercito Brasileiro e a Escola de Aprendizes-Marinheiros. Com certeza caberia uma escola cívico-militar aqui. A gente vai ter que observar qual o melhor formato, quando fazer e como fazer", disse.
Contudo, Arnaldinho apontou que há demandas mais urgentes a serem tratadas na área da educação, como a adequação do número de vagas em creches no município.
"Vila Velha tem uma demanda reprimida de mais de 5 mil crianças fora das creches. Temos ainda o Plano Nacional de Educação que temos que seguir e que coloca que 50% da cidade tem que ter creche em tempo integral, que é um desafio grande em Vila Velha", afirmou.
Questionado sobre a continuidade dos estudos dos alunos do ensino básico durante a pandemia de coronavírus, o prefeito eleito afirmou que o projeto é que, em 2021, o conteúdo escolar seja dado através de um canal de televisão.
"Não queremos expor ninguém ao risco. A gente quer manter diálogo permanente com especialistas em saúde, com os professores, com os pais dos alunos para que possa colocar a melhor forma de ensino pra eles. A princípio, a gente acredita muito que as aulas podem ser dadas via um canal de televisão porque nem todas as crianças têm internet, têm um equipamento necessário em casa, um tablet ou celular", afirmou.

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