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Prefeito eleito, Arnaldinho promete enfrentar alagamentos em Vila Velha

Um dia após ser eleito novo prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo (Podemos) falou ainda sobre os projetos para saúde e educação em tempos de pandemia

Publicado em 30/11/2020 às 09h38
No bairro Parque das Gaivotas, em Vila Velha, Arnaldinho Borgo comemora sua vitória para prefeito de Vila Velha ao lado de sua esposa, Andressa Barcelos de Almeida
No bairro Parque das Gaivotas, em Vila Velha, Arnaldinho Borgo comemora sua vitória para prefeito de Vila Velha ao lado de sua esposa, Andressa Barcelos de Almeida . Crédito: Carlos Alberto Silva

Eleito neste domingo (29) com 69,03% dos votos válidos, o novo prefeito de Vila Velha a partir de 2021, Arnaldinho Borgo (Podemos), afirmou na manhã desta segunda-feira (30) que pretende enfrentar os alagamentos da cidade, um velho problema enfrentado por moradores e comerciantes do município em dias de chuva. Em entrevista ao Bom Dia ES, da TV Gazeta, ele falou ainda sobre os projetos para saúde e educação em tempos de pandemia.

Arnaldinho tem 37 anos, é formado em administração e disputou uma eleição para administrar a prefeitura pela primeira vez. O prefeito eleito viveu a infância no bairro Cobi de Baixo e, atualmente, mora em Parque das Gaivotas. Confira a entrevista:

Quais são as principais metas como prefeito de Vila Velha?

A nossa principal meta é entender a curva de risco da pandemia, para fazer a prevenção para que o município diminua o número de infectados e o número de mortos.

Cuidando dessa parte, o que mais o povo de Vila Velha pode esperar da sua administração?

Pode esperar que vamos formar uma equipe técnica qualificada para que possamos entregar todas a políticas públicas que nós planejamos para a cidade de Vila Velha. Nós fizemos um planejamento não só para 4 anos, mas um planejamento para 15 anos. Daqui a 15 anos, Vila Velha completa 500 anos e é pensando, nesse planejamento de 15 anos, que daremos o primeiro passo para alcançar todas as metas, para transformar a nossa cidade, não apenas no melhor lugar para se viver, mas no melhor lugar para trabalhar, empreender, ter uma cidade mais humana.

Qual é a área que o senhor acredita que está precisando de mais atenção? E o que o senhor pretende fazer?

Difícil falar o que precisa de mais atenção na nossa cidade. Infelizmente, durante um período gigante, Vila Velha não funciona muito bem quanto às políticas públicas. Na educação o foco hoje é fazer com que as aulas funcionem à distância, em um primeiro momento pela televisão, porque nem todo aluno tem um computador com internet em casa. E depois vamos estudar uma forma para que possa ser híbrido também, vai depender da curva de risco da pandemia. E  também colocar a saúde de fato para funcionar: equipar, capacitar, valorizar os profissionais e aumentar o número de equipes de estratégia da família.

Vivemos um momento de polarização. Quem é de um lado não quer nem ouvir os argumentos do outro lado. Como o senhor vai lidar com isso?

Desejamos fazer uma administração por várias mãos, queremos dialogar com todos. Vamos administrar para todos, os que não votaram na gente e os que deram o voto de confiança. Eu quero uma Vila Velha de união, de paz, quero dialogar bem com a Câmara. Acredito que teremos uma cidade de união, de paz, para que a política de fato chegue na ponta da corda, para que ajude a nossa cidade e a nossa gente.

Uma questão sempre em alta em Vila Velha são os alagamentos. O senhor vê solução para isso?

Queremos enfrentar os alagamentos. Desejamos formar uma equipe técnica competente, da mesma forma que foi o governo passado quando construíram três novas estações de bombeamento. Temos o governo do Estado, que tem mais de R$ 250 milhões para fazer a construção de nove estações de bombeamento. Através de projetos, vamos fazer a captação de recursos com o Governo Federal, Governo Estadual, para aumentar o número de licitações de estação de bombeamento. E também devemos fazer o nosso trabalho, que é a prevenção e a microdrenagem, que é a limpeza da galeria, da rede pluvial, dos canais e dos córregos, para que melhore o escoamento da água da chuva.

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