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Requintes de crueldade

Após DNA, família libera corpo de jovem sequestrado e morto no ES

Maycrisson Estevao ficou três semanas desaparecido até que cadáver foi encontrado, mas, por causa do avançado estado de decomposição, parentes precisaram aguardar exames

Publicado em 06 de Agosto de 2024 às 14:16

Felipe Sena

Publicado em 

06 ago 2024 às 14:16
Maycrisson Estevao
Corpo de Maycrisson Estevao, jovem de 19 anos que ficou desaparecido por três semanas, precisou passar por exame de DNA para ser liberado Crédito: Arquivo pessoal
Um jovem de 19 anos, que ficou desaparecido por três semanas, foi encontrado morto às margens da Rodovia do Contorno, na Serra. O corpo de Maycrisson Estevao foi localizado no final de junho, mas só foi liberado do Departamento Médico Legal (DML) de Vitória nesta terça-feira (6), após um exame de DNA, por causa do estado de decomposição. 
Maycrisson era morador de Cariacica e trabalhava com logística. Ele teria sido sequestrado em um ponto de ônibus no bairro Nova Rosa da Penha, no mesmo município, enquanto falava com a companheira por chamada de vídeo. Testemunhas contaram à mãe que ele foi agredido e levado a uma área de mata.
O jovem foi encontrado morto no final de junho, mas o corpo só foi liberado pela família nesta quarta-feira (6). Isso porque o reconhecimento teve que ser feito por exame de DNA, devido ao avançado estado de decomposição.
Segundo a mãe, que não quis se identificar, o jovem foi assassinado com requintes de crueldade. "Eu acredito que bateram muito nele e torturaram ele. Está aqui no papel que os dentes dele estavam todos quebrados. Eu creio que fizeram muita maldade com ele", disse, em entrevista ao repórter Caíque Verli, da TV Gazeta.
Antes da liberação, no entanto, ela disse que já sabia que o corpo era do filho. Ela contou à reportagem da TV Gazeta que a companheira de Maycrisson recebeu um vídeo em um grupo de WhatsApp, quando o cadáver foi localizado, e encaminhou para ela.
"Ele foi cortar o cabelo e foi lá em casa. Aí ele me falou que ia pegar o ônibus no ponto final. Eu falei: 'Meu filho, não vai'. Ele teimou e foi. Isso era umas 19h. Depois, não tive mais notícias", contou a mãe. Ela disse que tinha orientado o filho a não ir ao local porque ele já foi envolvido com o crime. "Foi há três anos. Ele saiu. Mesmo assim, ficava aquele medo", desabafou.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que apura a motivação do assassinato. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.
*Com informações do repórter Caíque Verli, da TV Gazeta

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