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ES cassa registro de empresas que causaram fraude milionária

Companhias perderam a inscrição estadual após causarem um prejuízo de aproximadamente R$ 230 milhões aos cofres públicos com um esquema para driblar o pagamento de impostos ao Fisco capixaba
Redação de A Gazeta

Publicado em 

14 out 2021 às 17:45

Publicado em 14 de Outubro de 2021 às 17:45

Sede da Sefaz
Sede da Sefaz Crédito: Romero Mendonça/Secom-ES
Quatro empresas localizadas no Espírito Santo tiveram o registro cassado pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). Segundo a pasta, elas perderam a inscrição estadual após causarem um prejuízo de aproximadamente R$ 230 milhões aos cofres públicos com um esquema para driblar o pagamento de impostos ao Fisco capixaba.
As empresas, localizadas nos municípios de Vila VelhaSerra Cariacica, vendiam bebidas alcoólicas, alimentos, produtos de limpeza e de higiene.
A cassação de uma das empresas aconteceu em abril, outras três tiveram a confirmação da perda da inscrição estadual publicadas na edição desta quinta-feira (14) do Diário Oficial do Estado (DIO).
"Essas empresas tinham um benefício chamado 'credenciamento como substituto tributário', e se aproveitaram do benefício para realizar as fraudes. Por terem esse benefício elas realizavam compras sem a retenção do ICMS-ST e simulavam as vendas para outros estados, deixando de recolher o imposto para o Estado", explicou o subsecretário de Estado da Receita, Benicio Costa.
Os auditores fiscais da Receita Estadual acompanham o caso desde fevereiro deste ano e suspeitam que a fraude tenha iniciado em 2019. Além das autuações e da perda da inscrição estadual, será feita a representação fiscal para que os responsáveis respondam criminalmente pela fraude.
"É importante destacar que a Receita Estadual vem aprimorando os procedimentos relativos às manifestações realizadas nos pedidos de benefício fiscal, como, por exemplo, maior rigor na solicitação de documentos e exigências, realização de entrevista com sócios proprietários e visita técnica aos estabelecimentos solicitantes. Tais medidas visam à proteção do erário e à manutenção de um ambiente saudável de competição econômica", acrescentou Costa.
* Com informações da Sefaz

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