A Gazeta portal de notícias do Espirito Santo

Recuperar senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Cadastrar nova senha

Já tem uma conta?

Acesse aqui

Notificação

Colégio Marista terá que explicar descontos dados apenas a alguns alunos

Ministério Público pediu esclarecimentos quanto os critérios utilizados pelo colégio para fornecer redução na anuidade para alguns clientes e não para todos

Publicado em 09 de Novembro de 2020 às 16:58

Redação de A Gazeta

Publicado em 

09 nov 2020 às 16:58
Colégio Marista Nossa Sehora da Penha
Fachada do Colégio Marista Nossa Senhora da Penha, em Vila Velha Crédito: Reprodução
O Colégio Marista foi notificado pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES) para esclarecer quais os critérios foram utilizados na redução da anuidade de parte dos alunos. Segundo o órgão, a instituição de ensino concedeu abatimentos no valor  apenas para alguns estudantes, sem apresentar, até o momento, motivos para essa distinção. 
Um pedido similar foi feito ao colégio Sagrado Coração de Maria no fim de outubro. Já o Darwin fechou acordo para reduzir a mensalidade em 30%. Durante a pandemia do novo coronavírus, várias escolas particulares concederam descontos nas mensalidades uma vez que as aulas presenciais ficaram suspensas por decreto estadual por mais de seis meses. 
O MPES também pediu que a escola esclarecesse a possibilidade de concessão de descontos coletivos aos alunos do ensino fundamental e médio, independentemente de abatimentos já concedidos. O Marista tem 48 horas úteis para dar resposta ao MP e aos responsáveis pelos alunos.
Após receber denúncias contra o colégio, o MPES instaurou um procedimento e fez apurações, inclusive analisando as planilhas de custo da instituição. Dessa forma, segundo o órgão, foi verificado que o Colégio Marista concedeu abatimentos no valor da anuidade apenas para alguns consumidores – pais e responsáveis financeiros dos alunos matriculados nos ensinos fundamental e médio. No entanto, a escola não informou quais foram os critérios objetivos e requisitos que pautaram essa concessão.
Ainda segundo o MP, em audiência extrajudicial no dia 19 de outubro, foi pedido ao colégio a possibilidade de concessão de abatimentos para todos os consumidores do ensino fundamental e médio. Esses seriam não cumulativos a eventuais abatimentos já concedidos, desde que mais vantajosos ao consumidor.
Foi requisitado ainda que o Colégio Marisa informasse publicamente esses critérios aos pais e responsáveis pelos alunos. 
Na justificativa, a promotoria ressalta que "a vocação assistencialista, católica e religiosa da instituição não a torna isenta de cumprir os ditames legais, especialmente no que tange ao direito do consumidor e assim ao dever de informação e transparência a este inerente".
O Colégio Marista foi procurado por A Gazeta e informou que irá prestar os esclarecimentos necessários ao Ministério Público.
* Com informações do MPES
Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rápido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
IA aumenta a produtividade, mas como as empresas podem transformar esse ganho em receita? Veja 5 pontos
Imagem de destaque
Dia Mundial do AVC: entenda como a saúde vascular ajuda a prevenir a doença
Cabeleireira Mariana Ribeiro dos Santos é uma das moradoras que está sem água em Padre Mathias
Moradores de Vitória e Cariacica relatam falta de água há dias

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados

Fale com a gente

Escolha o canal de sua preferência para assinar A Gazeta ou tirar dúvidas.