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Combate à Covid-19

Ufes cria 'Pulseira Anti-Covid' para monitorar distanciamento social

Quando a distância de pelo menos dois metros entre duas os mais pessoas é desrespeitada, alertas visuais e sonoros são ativados pela pulseira

Publicado em 24 de Junho de 2020 às 18:26

Redação de A Gazeta

Publicado em 

24 jun 2020 às 18:26
Pulseira Anti-Covid, feito por alunos da Ufes
Pulseira Anti-Covid emite sinais quando há proximidade entre pessoas Crédito: Reprodução TV Gazeta
O meio acadêmico voltou a surpreender com inovações durante a pandemia do novo coronavírus. Um dispositivo chamado de Pulseira Anti-Covid permite identificar se as pessoas estão mantendo um distanciamento de pelo menos dois metros, diminuindo, então, as chances de proliferação do novo coronavírus. Os responsáveis pela invenção são os integrantes do Programa de Educação Tutorial (PET) do curso de Engenharia da Computação da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).
Como mostrou nesta quarta-feira (24) o ESTV 1ª edição, da TV Gazeta, a novidade, semelhante a um relógio, permite que as pessoas mantenham uma distância, seja na fila do supermercado, da farmácia ou no próprio ambiente de trabalho. Sem vacina ou medicamento comprovadamente testado, a única forma de combate à Covid-19 é o distanciamento social, como recomendado pela Organização Mundial de Saúde.
Pulseira Anti-Covid, feito por alunos da Ufes
Material interno da pulseira Crédito: Reprodução TV Gazeta
O aparelho, que teve um custo de R$ 50, controla a potência do sinal emitido pelas outras pulseiras. Para que haja êxito, cada indivíduo deve ter uma unidade. Quando o intervalo entre duas os mais pessoas é desrespeitado, alertas visuais e sonoros são ativados.
A ferramenta que monitora a distância foi proposta pelo professor do Departamento de Informática da universidade e tutor do grupo, Rodrigo Guimarães. Segundo ele, o desafio era ajudar a comunidade de alguma forma.
Em um mês e meio, os alunos André Cunha e Joana Loureiro desenvolveram a pulseira que deve custar menos de R$ 50, caso seja produzida em escala, de acordo com o professor.
Além da ferramenta, a universidade ainda promoveu a criação de uma câmara de desinfecção de equipamentos, o conserto de dezenas de leitos usados por pacientes com a Covid-19 e ainda desenvolve um teste capaz de identificar o vírus no corpo em 15 minutos. A Ufes, com ajuda do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), ainda restaurou respiradores.

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