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Lockdown pode acontecer quando ocupação das UTIs chegar a 90,01%

Embora o governador Renato Casagrande sempre cite o índice de 91%, para a adoção das medidas de risco extremo basta que este seja superior a 90%

Publicado em 15/06/2020 às 12h25
Atualizado em 15/06/2020 às 17h59
Mulher com máscara para se proteger do coronavírus em casa; lockdown, isolamento, confinamento
Proibição da circulação de pessoas entre as 21h e 5h está entre as medidas a serem adotadas em caso de risco extremo. Crédito: Freepik

ATUALIZAÇÃO: Na tarde desta segunda-feira (15), o Governo do Espírito Santo enviou uma nota corrigindo a informação dada anteriormente para A Gazeta e esclareceu que para a adoção das medidas de risco extremo é necessário que a taxa de ocupação dos leitos de UTI do Estado supere o patamar de 91%.

Basta que a taxa de ocupação das unidades de terapia intensiva (UTI) do Espírito Santo supere o índice de 90% para que as medidas de risco extremo, que incluem o lockdown, possam ser adotadas no Estado. Isso pode acontecer quando o índice atingir 90,01% – menor que o os  91%, frequentemente citado pelo governador Renato Casagrande.

Na última quarta-feira (10), quando apresentou o plano elaborado para um eventual cenário mais crítico da pandemia, Casagrande chegou a citar novamente 91% como sendo o limite de ocupação dos leitos de UTI. A Gazeta procurou a assessoria do governo Estadual na tarde deste domingo (14), que esclareceu a informação.

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Se a ocupação das UTIs subir 4,47 pontos percentuais, o conjunto de medidas mais drásticas já poderia começar a valer para determinados municípios. Do contrário, seria necessário um crescimento de 5,46 pontos percentuais, já que o Estado tem, atualmente, 85,54% desses leitos ocupados.

A diferença inferior a um ponto percentual pode parecer pequena, mas é determinante para definir quando – e se – a circulação de pessoas e a abertura do comércio serão praticamente proibidas. Afinal, esse índice varia e é atualizado diariamente pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesa).

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