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Publicado em 5 de março de 2026 às 13:57
Inaugurado em dezembro de 2023, com investimento de mais de R$ 500 milhões, o Contorno do Mestre Álvaro, na Serra, tem passado por novas obras de reparo nas pistas de concreto. Algumas lajes que apresentam rachaduras ou desnível têm sido retiradas e substituídas por novas, com o objetivo de reduzir trepidações e danos aos veículos.>
Desde a inauguração, a nova rodovia esteve sob a gestão do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Mas, em novembro de 2025, a Ecovias Capixaba, concessionária que administra a BR 101 no Espírito Santo, assumiu o trecho de 19,7 km.>
Mesmo com a mudança de gestão, a intervenção nas pistas realizada agora não é de responsabilidade da Ecovias. Isso porque a obra ainda está dentro do prazo de garantia, de acordo com o Dnit. Segundo informou o órgão, as manutenções nesse período são de responsabilidade de quem executou a construção e não geram novos custos à administração pública.>
Imagens publicadas nas redes sociais mostram algumas pistas fechadas e outras com grandes rachaduras. Em um vídeo compartilhado com a redação de A Gazeta, é possível ver operários instalando uma nova laje de concreto próximo a uma curva. Assista abaixo.>
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Procurada por A Gazeta, a Ecovias afirmou que, mesmo a obra não sendo de sua responsabilidade, atua colaborativamente sempre que necessário, apoiando na orientação aos usuários e contribuindo para a segurança viária no trecho concedido.>
A concessionária reforçou que as intervenções estão ocorrendo em todo o trecho do contorno e alertou que os motoristas precisam redobrar a atenção, respeitar a sinalização implantada no local, reduzir a velocidade e manter distância segura do veículo à frente.>
As intervenções de manutenção na rodovia não são algo novo. Em março de 2024, cerca de três meses após a inauguração, foram realizadas obras para reduzir as ondulações em um dos viadutos.>
Na ocasião, o Dnit disse que as juntas das placas de concreto estavam sendo refeitas, mas que não havia perigo de danos estruturais à ponte. À época, o órgão disse que a pista estava íntegra e sem qualquer tipo de defeito ou patologia que colocasse em risco a segurança dos usuários.>
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