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Leitores cobram punição para quem ateou fogo em morador de rua

Caso aconteceu no domingo (5), em Vitória. Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas a vítima não resistiu aos ferimentos

Publicado em 06/07/2020 às 12h34
Local onde morador de rua teve o corpo incendiado em Itararé
Local onde morador de rua teve o corpo incendiado em Itararé. Crédito: Reprodução/TV Gazeta

Um morador em situação de rua morreu após ser queimado no bairro Itararé, em Vitória. O caso ocorreu na noite deste domingo (5) e ainda não há informações sobre quem foi o autor do crime e sobre a motivação.

De acordo com informações recebidas pelo Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes), um homem ateou fogo no morador em situação de rua enquanto a vítima estava dormindo. O Corpo de Bombeiros foi acionado para combater o fogo, mas a vítima, que ainda não foi identificada, não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

O homem foi queimado na avenida Robert Kennedy. Nessa mesma avenida, que fica próxima à Leitão da Silvaum corpo foi encontrado pegando fogo em março de 2018.

O caso gerou comoção entre os leitores de A Gazeta. Nas redes sociais, os internautas cobraram investigação da polícia e punição para os autores do crime. Confira alguns comentários:

Essa é a consequência de quem prega o ódio contra os moradores em situação de rua. Ao invés de cobrarem a atuação do poder público municipal que é o verdadeiro responsável por acolher, amparar e encaminhar essas pessoas, preferem pregar a violência contra esses irmãos que estão passando por um momento difícil. O mundo está precisando de mais empatia. Não adianta dizer que é solidário, mas não entender que solidariedade é a dor do outro doendo em mim. Espero que esses monstros que fizeram essa crueldade com esse morador em situação de rua sejam exemplarmente punidos com o rigor da lei. (Evandro Figueiredo)

A maldade humana dá medo!! Aí vem corona, praga de gafanhotos, enchente etc. Será por que, hein? (Celedir Almeida)

É por isto que estamos presos dentro da nossa própria casa, no cativeiro, por causa da maldade de muitos ser humanos. Deus já não aguenta mais de tanto pecado. (Meri Souza)

E dizem que depois da pandemia as pessoas iriam mudar. Absurdo! (Patrícia Ferreira)

Muito triste isso. Aconteceu a mesma coisa com meu tio na Vila Rubim. Ele era alcoólatra e tentamos de tudo pra cuidar dele, mas ele sempre fugia e voltava pra rua. Colocaram fogo nele duas vezes, da segunda vez ele não resistiu. Fiquei muito triste, porque ele era bom, brincava comigo e com meus irmãos. Nunca descobrimos quem fez isso com ele. (Claudia Milli)

Meu Deus, como pode existir um ser humano desse jeito, se é que podemos chamar de humano. (Marcilene dos Santos Oliveira)

Quanta maldade. A polícia tem que investigar e prender. Até quando vamos viver assim vendo essas notícias macabras, meu Deus? (Leonardy Magalhães)

Todo lugar hoje em dia tem câmeras. Use isso é coloque esse monstro na cadeia. (Marlete Correia)

Quem deveria cuidar desses pobres abandonados está fazendo de tudo para eles morrerem, de um jeito ou de outro. Triste! (Matilde Reis)

Nem tudo depende dos políticos. As leis em nosso país são frouxas, não existe punição para covardes assassinos como esses. (Dalia Ribeiro)

Meu Deus, quanto ódio no coração! Misericórdia! Onde o ser o humano vai parar desse jeito!? (Vera Lucia Loureiro)

Que covardia. Gostaria de saber o que essas pessoas têm no lugar do coração, porque com certeza esse não é um ser humano! (Vanete dos Santos)

Uma pessoa dessa no lugar do coração deve ter uma barra de ferro, porque não é possível tamanha crueldade. Por isso estamos pagando o preço alto da falta de amor ao próximo. Que Deus tenha misericórdia de nós. (Celinha Loyola)

Quanta crueldade! Deus tenha misericórdia dessas pessoas que moram na rua, proteja-os das maldades, das intolerâncias desse povo ruim. (Yara Rosa)

Que a pessoa que fez isso pague com a justiça divina, pois ela não falha, uma pessoa sem coração, sem humanidade. (Lícia Ramos Pires)

Quando Deus criou o ser humano, tinha esperança de um mundo melhor, cheio de paz, mas tem humano pior que animal feroz. (Aparecida Pinheiro Marques)

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