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Richarlison pede justiça por Mariana Ferrer nas redes sociais

Caso da influencer teve sentença inédita, com uma classificação de que o ato do empresário André de Camargo Aranha contra a jovem foi ”estupro culposo”

Publicado em 03 de Novembro de 2020 às 18:58

Redação de A Gazeta

Publicado em 

03 nov 2020 às 18:58
Richarlison
Richarlison se posicionou nas redes sociais Crédito: Everton/Divulgação
O caso da influenciadora digital Mariana Ferrer tomou uma proporção muito grande nas redes sociais. O julgamento teve sentença inédita, com uma classificação de que o ato do empresário André de Camargo Aranha contra a jovem foi ”estupro culposo”, crime que não está previsto na lei brasileira. Diante disso, o jogador capixaba Richarlison se manifestou nas redes sociais na tarde desta terça-feira (03) pedindo justiça para a influencer. 
Em sua conta oficial no Twitter, Richarlison,  atacante do Everton (Inglaterra) e da Seleção Brasileira, postou a hashtag #justicapormariferrer e também compartilhou uma publicação da atriz Bruna Marquezine, que ficou irritada com a tese do promotor Thiago Carriço de Oliveira e a decisão do juiz do caso. 
Após Richarlison, outros jogadores também se engajaram na causa.  Ex-Flamengo, Reinier, que atualmente está no Borussia Dortmund, compartilhou o mesmo comentário com relação ao fato. No Brasil, o jogador do Internacional João Peglow também pediu justiça pelo caso da influenciadora. Além disso, destaca que "não existe estupro culposo".

O CASO 

O empresário André de Camargo Aranha foi acusado de estuprar a promoter de 23 anos durante uma festa em 2018. Inicialmente, Aranha havia sido condenado pelo promotor Alexandre Piazza por estupro de vulnerável, quando a vítima está sob efeitos de entorpecentes ou álcool e não é capaz de consentir ou se defender. Ele também solicitou a prisão preventiva do acusado, que foi aceita pela Justiça, mas foi derrubada em segunda instância pela defesa de Aranha. 
Houve uma troca de promotores do caso, saindo Piazza e entrando Thiago Carriço de Oliveira, que em suas alegações finais veio com a tese do estupro “sem intenção”. O juiz Rudson Marcos, da 3ª Vara Criminal de Florianópolis, concordou com a tese de Oliveira e absolveu Aranha.
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