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Coronavírus e petróleo

Governador garante obras em cidades atingidas pelas fortes chuvas no ES

'O que nós já adotamos de medidas em relação às chuvas, isso vai continuar, como o Cartão Reconstrução e a limpeza das cidades', afirma o Casagrande
Redação de A Gazeta

Publicado em 

20 mar 2020 às 13:50

Publicado em 20 de Março de 2020 às 13:50

Entrevista coletiva do dia 19 de março de 2020 Crédito: Divulgação
Em entrevista coletiva na tarde desta quinta-feira (19), o governador Renato Casagrande falou que pode precisar interromper algumas obras no Estado, devido aos efeitos negativos na receita por conta da crise do petróleo e do novo coronavírus, mas garante que as cidades da Região Sul, que foram fortemente atingidas pelas chuvas, continuarão sendo atendidas.
“As obras de reconstrução das cidades afetadas pelas chuvas vão continuar. As que ainda não começaram, mas que são emergenciais, vão acontecer. Algumas outras obras, que ainda não começaram, em todo o Estado, não vamos começar, mas, nesses casos das cidades afetadas, as que são emergenciais vão acontecer sim”, disse o governador.
Além das obras nas cidades com grandes prejuízos pelas chuvas, como o caso de Iconha, Vargem Alta, Castelo e Cachoeiro de Itapemirim, Casagrande afirma que os serviços já em andamento vão continuar sendo prestados. O que nós já adotamos de medidas em relação às chuvas, isso vai continuar, como o Cartão Reconstrução e a limpeza das cidades", reforça.
O governador falou ainda que a atual situação do país e do mundo exige cuidado dos governantes. “Teremos um impacto forte nas receitas do Estado e dos municípios, porque além do coronavírus, ainda temos a crise do petróleo. A realidade nos impõe cautela. De fato, o início de 2020 tem sido um ano pesado para todo mundo", destaca.
Para Casagrande, a superação desse cenário precisará de uma contribuição do governo federal. “O tamanho dessa crise exigirá que o governo federal adote novas medidas. Como governo estadual, a nossa contribuição é pequena porque o impacto é muito grande. Temos que tentar nos organizar. Não temos muitas alternativas nesse ambiente, a nossa receita começa a cair assustadoramente.”

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