Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Eleição na pandemia

Coronavírus terá impacto não só no Brasil, mas em eleições ao redor do mundo

Nos Estados Unidos, Donald Trump e Joe Biden deverão tornar os problemas trazidos pela pandemia foco principal das propostas e polarizar discursos

Publicado em 24 de Maio de 2020 às 08:15

Redação de A Gazeta

Publicado em 

24 mai 2020 às 08:15
Donald Trump
Donald Trump viu sua aprovação cair diante da pandemia do novo coronavírus Crédito: Jim Bourg
A pandemia do novo coronavírus também influenciará nos rumos eleitorais em outros países, com pleitos marcados para este ano. Em muitas nações, as mudanças vão se manifestar não só no calendário, mas nas pautas políticas.
Nos Estados Unidos, onde acontecerão as eleições mais importantes do ano, os candidatos à Presidência Donald Trump e Joe Biden deverão tornar os problemas trazidos pela pandemia foco principal das propostas. Especialistas, contudo, acreditam numa polarização nos discursos.
"Trump tem a situação do desemprego ao seu favor, porque a narrativa de recuperação da economia é forte no partido Republicano. Ele vai usar do nacionalismo, da política do ‘America First’ para se destacar. Enquanto isso, Biden vai se aproveitar do sistema de saúde, que se mostra como a grande fraqueza dos Estados Unidos, para convencer as pessoas que é preciso mudar"
Roberto Gondo - Especialista em marketing político
Apesar de ter a máquina na mão e grandes chances de reeleição, as medidas adotadas por Trump durante a pandemia têm sido alvo de críticas. O atual presidente caiu, inclusive, na aprovação dos eleitores, o que pode provocar mudança nas urnas.
Essa avaliação dos candidatos, que atualmente exercem mandatos, pode impactar de forma significativa os pleitos. Na Coreia do Sul, a resposta bem-sucedida do presidente Moon Jae-in à crise do coronavírus resultou na reeleição dele em abril. Antes da pandemia, o presidente vinha perdendo apoio popular.
O mesmo pode acontecer na Nova Zelândia, que tem eleições legislativas marcadas para setembro. A forma como a primeira-ministra Jacinda Arden liderou o combate à crise no país foi elogiada e citada como um dos exemplos para o mundo.
Apesar do alto número de mortes provocados pela Covid-19, França e Itália também viram seus primeiros-ministros ganharem apoio popular. A adoção de medidas rígidas de isolamento foi aprovada pela população e é um fator que deve ser levado em conta nas eleições locais, que ambos os países terão neste ano.
"As pesquisas têm mostrado um aumento da aprovação das lideranças que foram para a linha de frente e assumiram os desafios da crise. Aqueles que conseguirem gerenciar os efeitos da pandemia, de forma consolidada, terão um ganho político muito grande para as eleições"
Milton Lahuerta - Cientista Político

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Editais e Avisos - 01/05/2026
Como selecionar minhas crônicas para um livro?
Imagem de destaque
Derrota em dose dupla: o governo Lula virou "refém" do Congresso?

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados