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PL da Dosimetria

Como senadores do ES votaram no projeto que beneficia Bolsonaro e reduz penas do 8/1

Maioria do Senado foi favorável à medida, que será encaminhada para sanção do presidente Lula (PT)

Publicado em 18 de Dezembro de 2025 às 09:43

Vinicius Zagoto

Publicado em 

18 dez 2025 às 09:43
Os senadores Fabiano Contarato (PT), Magno Malta (PL) e Marcos Do Val (Podemos)
Os senadores Fabiano Contarato (PT), Magno Malta (PL) e Marcos Do Val (Podemos) Crédito: Senado Federal
Todos os três senadores do Espírito Santo participaram da votação do projeto de lei (PL) da Dosimetria, realizada na noite de quarta-feira (17). A proposta, que beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro e reduz as penas dos condenados pelo 8 de Janeiro, obteve 48 votos a favor e 25 contrários. O texto agora segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que deve vetá-lo.
Como os senadores capixabas votaram:
  • Fabiano Contarato (PT) - Não
  • Magno Malta (PL) - Sim
  • Marcos do Val (Podemos) - Sim
Mais cedo, quando o PL da Dosimetria foi levado à votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Fabiano Contarato havia votado a favor do projeto. Logo depois, afirmou ter feito isso por engano e pediu correção do painel de votação. Nas redes sociais, se manifestou contra a proposta.
“Sou totalmente contrário ao PL da Dosimetria e tudo o que ele representa. Ele fomenta a impunidade, beneficiando quem tinha planos concretos para destruir o Estado Democrático de Direito”, declarou Contarato.
Como senadores do ES votaram no projeto que beneficia Bolsonaro e reduz penas do 8/1
Magno Malta, por sua vez, celebrou a aprovação do PL. “A luta pela anistia continua. O que vivemos hoje é apenas um degrau de uma escalada difícil, mas necessária. Lutamos para ver nossos irmãos livres, para devolver dignidade, abraços e lares às famílias feridas por essa injustiça”, afirmou.
Já Marcos do Val  afirmou que votou sim por entender que "o país precisa corrigir excessos e distorções que levam à aplicação de penas desproporcionais, como ocorre com pessoas envolvidas nos atos de 8 de janeiro".
"Sou, sim, favorável à anistia total e defendo que esse debate seja enfrentado pelo Congresso de forma clara, responsável e transparente. Acredito que o Parlamento tem o dever de conduzir esse tema com coragem, ouvindo a sociedade e respeitando o papel institucional de cada Poder. Seguirei atuando no Senado para que a anistia avance e seja discutida de maneira aberta, com equilíbrio e compromisso com o país", declarou.

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