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Líder do tráfico de drogas no Morro do Macaco é preso em Vitória

Líder do tráfico de drogas no Morro do Macaco é preso em Vitória

Suspeito estava evadido do sistema prisional desde março de 2025 e foi detido com uma pistola e munições

Publicado em 27 de fevereiro de 2026 às 17:19

Morro do Macaco, em Tabuazeiro, Vitória
Patric Santos comandava o tráfico no Morro do Macaco, em Tabuazeiro, Vitória Crédito: Fernando Madeira

Um homem apontado como responsável pelo controle do tráfico de drogas no Morro do Macaco, em Vitória, foi detido e preso nesta sexta-feira (27), no bairro Jardim da Penha. Segundo a Polícia Militar, Patric Santos estava evadido do sistema prisional desde março de 2025 e, conforme levantamentos preliminares, passou a comandar as atividades ilícitas na região após a prisão do antigo líder, Marcos Luiz Pereira Júnior, conhecido como “MK”, em janeiro deste ano.

No momento da abordagem, os policiais apreenderam uma pistola calibre .40 com numeração suprimida, além de munições. A corporação informou que os detalhes da ocorrência serão apresentados pelo comandante-geral da PMES, coronel Douglas Caus, em coletiva de imprensa marcada para às 18h desta sexta-feira.

Quem é 'MK'?

Marcos Luiz Pereira Junior, conhecido como
Marcos Luiz Pereira Junior, conhecido como "MK", de 30 anos, foi preso no dia 2 de janeiro Crédito: Divulgação | Polícia Civil

“MK”, preso no dia 2 de janeiro em Jardim Limoeiro, na Serra, era considerado um dos criminosos mais procurados do Espírito Santo e também apareceu na lista que foi divulgada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em dezembro do ano passado. Segundo a Polícia Civil, ele ocupava posição de destaque na facção Terceiro Comando Puro (TCP), sendo apontado como homem de confiança dos chamados “Irmãos Vera”.

As investigações indicam que ele dominava áreas como Itararé, Tabuazeiro (Morro do Macaco), Engenharia, Santos Dumont, Cruzamento e Conquista, em Vitória, além de Nova Almeida, na Serra. Também era investigado por envolvimento em tráfico de drogas em larga escala, assassinatos e por comandar um esquema de cobrança de “pedágio” para serviços como internet, água e gás em comunidades controladas pela facção.

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