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Dez dias depois

'Após prisão do Marujo, não houve homicídio em Vitória', diz Ricas

Agentes de segurança que atuaram na operação que resultou na prisão de um dos criminosos mais procurados do Estado, foram homenageadas, nesta segunda (18), na Assembleia Legislativa

Publicado em 18 de Março de 2024 às 20:21

Felipe Sena

Publicado em 

18 mar 2024 às 20:21
Durante sessão ordinária desta segunda-feira (18), a Assembleia Legislativa do Espírito Santo prestou homenagem aos 74 profissionais de segurança pública que trabalharam na Operação Sicário Xeque-Mate, que resultou, no dia 8 de março, na prisão de Fernando Morais Pereira, o Marujo, um dos criminosos mais procurados do Estado. Passados dez dias, o secretário de Estado de Segurança Pública, Eugênio Ricas, em seu pronunciamento, observou que, depois da prisão da liderança do tráfico de drogas, não houve registro de homicídio em Vitória
"Essa prisão foi tão importante que, depois da prisão do Marujo, nós não tivemos nenhum homicídio em Vitória. E isso não é à toa. Isso é fruto de muito trabalho"
Eugênio Ricas - Secretário de Estado de Segurança Pública
Além disso, o secretário fez elogios à atuação dos policiais no dia da prisão. "Conseguiram localizar Marujo e realizar uma prisão cirúrgica. Prenderam um criminoso perigoso, que estava armado, muito bem armado, com uma grande quantidade de munição, mas sem dar um tiro sequer", aponta Ricas, um dos homenageados na sessão.
O presidente da Assembleia, Marcelo Santos (Podemos), afirmou que o Legislativo deve trabalhar para conseguir mais investimentos para área de segurança. "Estamos atentos para continuar colaborando da melhor forma possível para mais investimentos em equipamentos, inteligência e melhores condições de trabalho das forças policiais", destacou.
Outro homenageado, o delegado-chefe da Polícia Civil, Darcy Arruda, anunciou que após a prisão de Marujo uma nova missão foi passada pelo secretário de Segurança: recuperar ativos a partir da investigação de lavagem de dinheiro praticada por criminosos no Estado. “Nossa tarefa agora é descapitalizar o crime. Acreditamos que num prazo de cinco anos a Polícia Civil não precisará mais de investimentos do estado, pois seremos independentes financeiramente graças à recuperação de ativos decorrente da descapitalização das organizações criminosas”, disse.
'Após prisão do Marujo, não houve homicídio em Vitória', diz Ricas
Além de Ricas e Arruda, também estiveram entre os homenageados na Assembleia o secretário de Estado da Justiça, Rafael Rodrigo Pacheco Salaroli, delegados e agentes do Centro de Inteligência e Análise Telemática (CIAT), da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE), do Departamento Especializado de Homicídios e Proteção à Pessoa (DEHPP), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) e da Polícia Penal.

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