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Proteção contra a Covid-19

Vale doa 388 mil máscaras e luvas para hospitais do SUS no Estado

Segundo a empresa, quatro receberam os equipamentos para proteger as equipes de saúde , sendo dois na Serra, um em Baixo Guandu e outro em Colatina

Publicado em 27 de Abril de 2020 às 19:23

Redação de A Gazeta

Publicado em 

27 abr 2020 às 19:23
Prefeitura de Vitória recomenda que toda a população use máscaras caseiras nas atividades de rotina
Máscaras cirúrgicas estão entre os materiais entregues Crédito: Prefeitura de Vitória
Quatro hospitais que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em municípios capixabas onde a Vale atua receberam neste final de semana 388 mil Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), sendo 316 mil máscaras cirúrgicas descartáveis e 72 mil luvas doadas pela empresa. Ainda esta semana, cerca de 230 mil luvas adicionais serão entregues.
Ao longo dos meses de abril e maio, mais equipamentos de proteção, entre máscaras N95 e aventais, além de kits de testes rápidos, serão doados pela Vale diretamente aos hospitais. De acordo com o diretor de Sustentabilidade da empresa, Sérgio Leite, a ação apoiará o trabalho dos profissionais da saúde. "Esses equipamentos são importantes para proteger as equipes de saúde que estão na linha de frente na luta contra a pandemia do novo coronavírus", destaca.
Os hospitais beneficiados no Espírito Santo são: Hospital Dório Silva e Hospital Estadual Dr. Jayme Santos Neves, na Serra; Hospital João dos Santos Neves, em Baixo Guandu; e Hospital São José, em Colatina. A distribuição considera critérios técnicos, como número de habitantes, entregas realizadas pelo governo federal e a presença da empresa na região.
A Vale informou ainda que vem tomando todas as medidas necessárias para reforçar a prevenção do coronavírus em seus locais de trabalho. A empresa diz focar em reduzir a presença do efetivo administrativo e operacional nas unidades, de forma a manter apenas os serviços essenciais.
Além do trabalho remoto adotado desde o último dia 16 de março para empregados próprios e terceirizados cujas funções são elegíveis a home office e para empregados dos grupos de risco, conforme orientação do Ministério da Saúde, a empresa colocou em prática uma série de ações preventivas e proativas para evitar aglomeração, como redução da quantidade de pessoas nas portarias, nos ônibus e nos restaurantes. Também foram implantadas medidas para aumentar o distanciamento social e reforçados os protocolos de limpeza e desinfecção nas instalações da empresa, de acordo com recomendações técnicas.

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