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Publicado em 3 de março de 2026 às 19:57
Com o ambiente digital influenciando cada vez mais e sendo meio de grande parte das compras, a tecnologia tem deixado de ser uma camada extra ou mais um canal de vendas para se transformar no eixo central dos negócios no varejo moderno. >
Essa é a avaliação de André Magno, estrategista de inovação e representante da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Espírito Santo (Fecomércio-ES) na Câmara Brasileira de Tecnologia da Informação e Inovação da CNC, ao analisar as tendências globais e seus reflexos no mercado brasileiro e capixaba. >
Com informações do maior evento do varejo mundial, realizado em janeiro em Nova York (EUA), o NRF Retail Big Show, Magno detalhou as transformações que estão redefinindo o setor durante o encontro Inovações e Tendências do Varejo. O evento, realizado nesta terça-feira (3) pelo Sistema Fecomércio - Sesc e Senac, também contou com palestras do professor e cientista político Heni Ozi Cukier, conhecido como HOC, e do coordenador do Observatório do Comércio do Connect Fecomércio-ES, André Spalenza.>
O especialista apontou que a revolução do consumo está sustentada por quatro novos pilares. Entre eles, estão o comércio baseado em vendas conversacionais via inteligência artificial (IA), a transformação da loja física em palco de experiências humanizadas, o ecossistema de comunidade focado em criar advogados orgânicos para a marca e a logística em tempo real impulsionada pela "invasão asiática", com produção sob demanda e estoque zero.>
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Para o especialista, essas transformações encontram no Espírito Santo um terreno fértil devido à alta conectividade da população (99% com smartphones) e à forte posição do Estado como o quarto maior polo de crescimento logístico do país. Ele destacou ainda que esse novo momento exige que as empresas priorizem a organização de dados e a redução total de fricções na jornada do cliente.>
André Magno destaca que o Espírito Santo possui números robustos que favorecem a adoção dessas tecnologias:>
Para não ficar para trás, André Magno sugere que as empresas assegurem a qualidade de seus dados (catálogos corretos para que a IA possa encontrá-los), invistam em vendas pelo WhatsApp e transformem seus funcionários em influenciadores da própria marca. "Crie um box de inovação. Teste de forma barata e com menor risco", conclui o especialista. >
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