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Black Fraude

Procon do RJ aponta 200 sites suspeitos para evitar na Black Friday

Além de páginas fraudulentas, a entidade de defesa do consumidor inclui no rol as empresas que não entregam os produtos, nem respondem reclamações dos consumidores ou notificações oficiais

Publicado em 24 de Novembro de 2020 às 09:39

Redação de A Gazeta

Publicado em 

24 nov 2020 às 09:39
Golpes online, compras online
Órgão de defesa do consumidor aponta 200 sites para evitar na Black Friday Crédito: Pixabay
Com a proximidade da Black Friday e o “boom” do e-commerce no país, o Procon Estadual do Rio de Janeiro (Procon-RJ) divulgou, nesta segunda-feira (23), uma lista com 200 sites que o consumidor deve evitar ao realizar compras pela internet. São páginas com indícios de fraude, ou empresas que apresentam algum tipo de irregularidade. 
Segundo o órgão de proteção ao consumidor, para criar a lista de sites não recomendados, foram analisados diversos fatores, como: se a empresa entrega os produtos e serviços comprados, se responde as reclamações do consumidor e as notificações enviadas pela autarquia.
O Procon-RJ também observou se o estabelecimento tem cadastro ativo na Receita Federal e se está apta a emitir nota fiscal, se o site disponibiliza informações de contato e dados da empresa e como se relaciona com os clientes que efetuam reclamações.
O presidente do Procon-RJ, Cássio Coelho observa ainda que, independente da lista, alguns cuidados são necessários para evitar ser vítima de um golpe ao realizar compras on-line.
“Não passe cópia de documentos por e-mail e por aplicativo de mensagens para compras na internet, por exemplo, mesmo que a empresa use o pretexto que é necessário para emitir a nota fiscal, atualizar cadastro, fornecer descontos, confirmar endereço de remessa. Pois essa é a forma mais comum utilizada para burlar a verificação em duas etapas, que é uma segurança maior para o usuário.”
Ele orienta ainda para que o consumidor nunca informe código gerado por empresas que anunciam e vendem por telefone ou WhatsApp, nem os recebidos por SMS, pois estas são formas de clonar os dados do consumidor.
O Procon-ES também deu dicas para o momento.  Além de pesquisar a reputação da loja, é importante ficar atento a alguns elementos de segurança, principalmente aqueles que permitem a identificação da empresa: razão social, CNPJ, endereço, e-mail e telefone. Isso porque, caso ocorra algum problema, será preciso localizar a empresa para obter uma solução. Vale lembrar que a disponibilização das informações é obrigatória.
O consumidor também deve ficar atento a informações sobre características, valores de fretes, despesas adicionais, prazo de entrega ou execução, condições e formas de pagamento, antes de se decidir pela compra.
Outro ponto de atenção deve ser o preço. Embora descontos sejam comuns nesse período, desconfie de preços muito abaixo do mercado, pois pode ser um golpe.
Desconfie ainda de sites que oferecem como única forma de pagamento o depósito em conta-corrente, transferência ou boleto bancário, pois, caso haja algum problema, será muito mais complicado tentar reaver o dinheiro.

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