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Após decisão do STF

Ex-sócio da Telexfree é preso pela Polícia Federal no Rio de Janeiro

Determinação do ministro Ricardo Lewandowski abre caminho para os EUA pedirem a extradição de Carlos Nataniel Wanzeler. Ele estava passeando com a família em Búzios no momento da prisão

Publicado em 20 de Fevereiro de 2020 às 22:27

Redação de A Gazeta

Publicado em 

20 fev 2020 às 22:27
Carlos Nataniel Wanzeler, sócio da Telexfree Crédito: Divulgação
O empresário Carlos Natanael Wanzeler, ex-sócio da Telexfree, foi preso nesta quinta-feira (20) em Búzios, no Rio de Janeiro. A prisão foi determinada pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF) e cumprida pela Polícia Federal (PF).  O pedido de prisão foi feito pela Justiça dos Estados Unidos, onde Wanzeler é alvo de mandado de prisão por suspeita de fraudes.
Neta semana, o STF já havia mantido a perda de nacionalidade brasileira do ex-sócio da Telexfree, decisão que abria caminho para a extradição. Wanzeler chegou a ser preso no Espírito Santo em dezembro de 2019, junto de Carlos Costa, mas ambos foram soltos dias depois.
De acordo com informações do G1, o próximo passo é o Itamaraty informar sobre a detenção do suspeito ao governo norte-americano, ao qual caberá requerer a extradição dele. A intenção é que o empresário responda nos Estados Unidos pelos crimes dos quais é acusado.
Apenas no Brasil, de acordo com o processo do STF, tramitam na Justiça 11 mil ações civis apresentadas por pessoas físicas.  Além dessas ainda há mais 15 ações penais e uma ação civil pública, todas por conta da TelexFree.

O QUE DIZ A DEFESA

Segundo o advogado de Wanzeler, Rafael Lima, o cliente esteva em passeio com a família na cidade fluminense de Búzios quando foi surpreendido com a prisão. O ex-sócio da Telexfree foi levado para a Superintendência da Polícia Federal de Macaé e, de lá, transferido para a unidade de Campos.
Lima afirmou que não teve acesso à decisão do ministro Lewandowski, que decretou a prisão do cliente.
"Independente de toda sorte, temos posição completamente contrária à prisão, até porque a nova lei de imigração nega a extradição em caso de pessoas que respondem processo no Brasil e no exterior sobre os mesmos casos. Ninguém discute que os mesmos fatos pelos quais ele (Carlos Wanzeler) é acusado nos Estados Unidos são os mesmo do Brasil", disse.

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