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Acusado de fraudes

Ex-líder da Telexfree envolvido em pirâmide do diamante será solto no ES

Dilhermano Gonçalves estava preso desde o dia 11 de novembro acusado de fraudes milionárias por meio da Pay Diamond, que prometia altos lucros com a venda de pedras preciosas. Ele deve deixara  prisão nesta quinta (19)

Publicado em 19 de Dezembro de 2019 às 20:53

Siumara Gonçalves

Publicado em 

19 dez 2019 às 20:53
Dilhermano Gonçalves, ex-divulgador da Telexfree, com Carlos Luiz, diretor da Pay Diamond Crédito: Reprodução/Internet
Dilhermano Gonçalves será solto nesta quinta-feira (19) após pouco mais de um mês de prisão.  Conhecido pelos vídeos de entrevistas de "celebridades milionárias" da Telexfree, ele é acusado de fraudes milionárias por meio da Pay Diamond, que prometia altos lucros com a venda de pedras preciosas.
A prisão dele foi feita pelo Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Espírito Santo (MPES) no dia 11 de novembro a pedido da Justiça de São Paulo. Dois agentes do Grupo de Apoio aos Promotores de Justiça (GAP) e dois policiais militares do Quarto Batalhão realizaram a detenção. Dilhermano está preso no Complexo Penitenciário de Viana.
Nesta quinta, o juiz responsável pelo caso, de Barueri, interior de São Paulo, concedeu a liberdade a Dilhermano, substituindo a prisão por outras medidas cautelares.  De acordo com Rafael Lima, advogado responsável pelo caso, seu cliente pagou uma fiança de R$ 99,8 mil e entregou o passaporte. Além disso, o juiz também proibiu sua participação em empresas de marketing multinível.
"Ainda vamos recorrer dessa decisão de não participação em empresas porque essa é uma atividade que ele exerce. Demonstramos ao juiz que não havia necessidade de mantê-lo preso e que o meu cliente vem colaborando com a Justiça. Além disso não há contemporaneidade no fato, já que ele aconteceu há mais de um ano, o que não justifica a prisão", afirmou.

EMPRESÁRIO ADMITIU ENVOLVIMENTO

Dilhermano foi denunciado junto com outras quatro pessoas por suspeita de praticar crimes contra a economia popular. O mandado de prisão foi emitido em 16 de setembro, porém só foi cumprido no dia 6 de novembro.
O Ministério Público de São Paulo (MPSP), autor da ação penal sobre o caso, solicitou a reclusão de Dilhermano e de outros dois envolvidos. A justificativa do órgão foi que eles praticaram crimes contra “inúmeras pessoas dentro e fora do Brasil, envolvendo milhões de reais”. A prisão preventiva também tem a finalidade, segundo os promotores de Justiça, de garantir a ordem econômica. Os integrantes do suposto esquema vendiam “diamantes brutos” para os investidores.
Em depoimento ao Gaeco do Espírito Santo, colhido a pedido do MPSP, Dilhermano admitiu o envolvimento nas atividades, mas não foi capaz de dar declarações sobre as operações da empresa. Aos promotores de Justiça admitiu ter ganhado mais de R$ 300 mil. Ele também afirmou que estava no topo da rede.

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