A Pronova, marca de cafés especiais da Nater Coop, fez uma mudança importante em sua estrutura de produção. Toda a linha de torrefação, Venda Nova do Imigrante, Região Serrana do Espírito Santo, foi desativada. O beneficiamento está sendo todo feito na fábrica da Tristão, em Viana. Parte dos espaços que era utilizado seguem sendo usados pela empresa, outra parte foi vendida para a prefeitura de Venda Nova.
"O negócio principal da Pronova é vender via Amazon. Eles compram grandes lotes, assim a fábrica precisava ter uma capacidade importante, para dar conta dos pedidos, só que durante alguns períodos ela era pouco utilizada. Um custo alto e que não era utilizado da maneira mais eficiente, até pelas circunstâncias do negócio. Por isso, fizemos um acordo com o Grupo Tristão, utilizaremos a fábrica deles, que tem capacidade, quando for necessário. Além disso, por causa da localização, em Viana, a logística de transporte fica favorecida", explicou Marcelino Bellardt, CEO da Nater Coop.
Em 2025, a Pronova comercializou, na média, 100 mil embalagens de 500 gramas de café por mês.
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