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Novo mapa: ES tem apenas Santa Teresa e Ecoporanga em risco moderado

Todos os outros municípios se encontram em risco baixo, mas eixo vulnerabilidade cresceu quase 5 pontos percentuais e fica próximo do nível de alerta

Vitória
Publicado em 13/11/2020 às 20h19
Atualizado em 13/11/2020 às 22h40
31º Mapa de Risco do Espírito Santo volta a ter duas cidades como de risco moderado
31º Mapa de Risco do Espírito Santo volta a ter duas cidades como de risco moderado. Crédito: Divulgação | Governo do Espírito Santo

Divulgado na noite desta sexta-feira (13), o novo mapa de risco do Espírito Santo tem apenas duas cidades em risco moderado para a transmissão do novo coronavírusSanta Teresa e Ecoporanga. Todas as outras se encontram em risco baixo, incluindo Colatina, que voltou a integrar a parte em verde do território.

A saída do principal município do Noroeste do Estado do risco moderado, aliás, é a única mudança desta classificação em relação à anterior e permitirá aos colatinenses voltar a viver com menos restrições socioeconômicas. O 31º mapa entra em vigor na próxima segunda-feira (16) e vale até o domingo seguinte, dia 22 de novembro.

Comparativo mostra a evolução do mapa de risco desde o início da classificação, em abril
Comparativo mostra a evolução do mapa de risco desde o início da classificação, em abril. Crédito: Divulgação | Governo do Espírito Santo

Embora tenha havido uma melhora no que diz respeito ao risco verificado nas cidades, a taxa de ocupação dos leitos potenciais em unidades de terapia intensiva (UTI) cresceu 4,5 pontos percentuais, chegando a 46%. A partir dos 50%, o eixo vulnerabilidade entra no nível considerado de alerta para o governo do Estado.

À frente da Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), o secretario Nésio Fernandes afirmou na semana passada que essa mudança de patamar poderia fazer com que cidades da Grande Vitória voltassem ao risco moderado, por causa do impacto significativo que o índice tem no cálculo de risco dos municípios.

A ATUAL MATRIZ DE RISCO

Na chamada Matriz de Convivência, adotada desde o final de agosto, a classificação das cidades capixabas é consequência da combinação de dois eixos: ameaça e vulnerabilidade. Juntos, eles consideram quatro fatores relativos à pandemia da Covid-19 e definem quatro níveis de risco: baixo, moderado, alto e extremo.

  • Eixo ameaça: composto pelo coeficiente de casos ativos nos últimos 28 dias, pela quantidade de testes realizada a cada mil habitantes e pela média móvel de mortes dos últimos 14 dias. Todos são indicadores particulares a cada município.
  • Eixo vulnerabilidade: formado pela taxa de ocupação dos leitos de unidade de terapia intensiva (UTI), considerando o total de vagas ocupadas atualmente diante de todas as disponibilizadas durante o período de maior expansão da rede do Estado.

Iniciada em 30 de abril, a estratégia de mapeamento segue orientações do Ministério da Saúde e da equipe de especialistas do Centro de Comando e Controle Covid-19 no Espírito Santo, que é composto pela Sesa, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Instituto Jones dos Santos Neves, Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes).

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