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Coronavírus

Isolamento social no ES ainda é abaixo do esperado, diz governo

Os dados do Governo do Estado apontam que menos de 50% da população aderiu às medidas de restrição de mobilidade

Publicado em 05 de Maio de 2020 às 15:18

Redação de A Gazeta

Publicado em 

05 mai 2020 às 15:18
Data: 26/03/2020 - ES - Vitória - Movimento de pessoas no calçadão da Praia de Camburi durante pandemia do Covid-19
Movimento de pessoas no calçadão da Praia de Camburi durante pandemia do Covid-19 Crédito: Carlos Alberto Silva
Coronavírus: isolamento social no ES ainda é abaixo de 55%
O índice de isolamento social no Espírito Santo ainda é abaixo de 55%, número considerado ideal pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) para conter o avanço no novo coronavírus nas cidades capixabas.  Atualmente, o Estado registra entre 48% e 50% de adesão ao distanciamento social. Na última quinta-feira (30), véspera de feriado, o isolamento era de 39,6%.
De acordo com o Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), os números apontaram que 44,8% da população respeitou a recomendação de isolamento na segunda-feira (04). O secretário estadual de Saúde, Nésio Fernandes, acredita que a taxa acima de 55% será alcançada quando toda a população tiver consciência da gravidade da doença.
"Estamos em um mês crítico. A população das grandes cidades capixabas precisa entender que é preciso ficar em casa, é preciso restringir a mobilidade urbana. É preciso que as pessoas construam um pacto social pelo isolamento"
Nésio Fernandes - Secretário de Estado da Saúde
O secretário alerta que a situação da Covid-19 caminha para o aumento da capacidade de transmissão e a consequente piora do quadro de infectados e quantidade de pacientes internados nos hospitais. Com isso, também agrava a possibilidade de registro de mortes.
“Não havendo vacina ou tratamento específico, a medida mais eficaz de romper a cadeia de transmissão é o distanciamento social para garantir que menos capixabas adoeçam, se infectem, e que consequentemente, menos pessoas morram", alertou.
Durante a coletiva de imprensa realizada na manhã desta terça-feira (5), Nésio relembrou uma reunião que teve com lideranças capixabas. Segundo ele, alguns dos participantes questionaram a respeito da taxa de mortalidade provocada pela dengue, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.
“Ano passado a dengue matou, em 365 dias, quatro dezenas de pessoas. A Covid-19, em pouco mais de cinco semanas, já ceifou a vida de mais de 100 capixabas. Para combater a dengue,  matamos o mosquito que é o transmissor da doença. No caso da Covid-19, as pessoas que amamos é quem transmite a doença”, ressaltou. 

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