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Governo do ES pede ao STF para liberar uso da vacina russa Sputnik V

A Bahia foi o primeiro estado a solicitar ao Supremo a liberação do uso emergencial do imunizante, após negativa da Anvisa para a aplicação no país

Publicado em 08/02/2021 às 13h23
Especialista exibe amostra da vacina contra Covid-19 chamada Sputnik, produzida em São Petersburgo, Rússia
Especialista exibe amostra da vacina contra Covid-19 chamada Sputnik, produzida em São Petersburgo, Rússia. Crédito: REUTERS / Anton Vaganov / Folhapress

governo do Espírito Santo fez um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que fossem liberados a importação e o uso emergencial da vacina Sputnik V contra a Covid-19, desenvolvida pelo Centro Gamaleya, na Rússia, segundo informações do colunista Ancelmo Gois, publicadas pelo O Globo. 

O estado da Bahia foi o primeiro à recorrer ao STF pela liberação da utilização do imunizante, diante da negativa da pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a aplicação no país. Segundo informações do O Globo, desde o dia 18 de janeiro até o domingo (7), outros sete estado também participaram da ação: Espírito Santo, Piauí, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Sergipe, Maranhão e Pernambuco.

Os dois últimos solicitaram ingresso no processo para opinar e os restantes demonstraram apoio ao pedido feito pelo governo baiano. O pedido será analisado pelo Ministro do Supremo, Ricardo Lewandowski. A reportagem de A Gazeta demandou a Secretaria do Estado de Saúde (Sesa) para saber mais informações sobre as negociações pela compra das vacinas, mas ainda não obteve retorno. Assim que houver um posicionamento, este texto será atualizado.

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Em dezembro de 2020, o governo russo anunciou que a eficácia da vacina produzida no país era de 91,4% contra o coronavírus. O resultado foi obtido após a fase 3 (clínica) ter atingido o ponto de controle com 78 pessoas infectadas pelo vírus, entre 26 mil voluntários.

Um artigo publicado no último dia 2 no periódico britânico The Lancet, especializado em publicações de pesquisas e artigos da área médica, apontou uma eficácia ainda maior do que a divulgada pelo governo russo: 91,6%. Análises secundárias do estudo ainda descreveram que, após 21 dias da aplicação da vacina, a eficácia contra casos graves e mortes é de 100%. 

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