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Escolas ficam fechadas nas 17 cidades com risco alto de Covid-19 no ES

A suspensão das aulas presenciais começa a partir da próxima segunda-feira (15) e assim permanecerá por 14 dias, segundo informou o governador Renato Casagrande em pronunciamento nesta sexta-feira (12)

Vitória / Rede Gazeta
Publicado em 12/03/2021 às 19h46
Fotos de sala de aula vazia - banco de imagens
Sala de aulas vão ficar vazias nas cidades que estão em risco alto de covid-19 no ES. Crédito: Pixabay

As aulas presenciais estão suspensas em 17 cidades do Espírito Santo que evoluíram para a situação de risco alto de contágio pelo novo coronavírus. A medida vale a partir da próxima segunda-feira (15) e deve durar, inicialmente, por um prazo de 14 dias.

O anúncio foi feito pelo governador Renato Casagrande, em pronunciamento na tarde desta sexta-feira (12), quando revelou o novo Mapa de Risco do Estado, que aponta a situação das cidades capixabas em relação à Covid-19.

Com o anúncio, as aulas e atividades presenciais ficam suspensas em todos os estabelecimentos de ensino da rede pública e privada, com exceção de cursos livres. “Escolas precisam se adequar às atividades remotas”, informou Casagrande.

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A medida será adotada nas seguintes cidades: Afonso Cláudio, Águia Branca, Aracruz, Barra de São Francisco, Boa Esperança, Brejetuba, Cachoeiro de Itapemirim, Ibatiba, João Neiva, Muqui, Pedro Canário, Piúma, Presidente Kennedy, Santa Teresa, Serra, Vila Pavão e Vila Velha. Nestas localidades a alternativa para os alunos será o ensino remoto.

“Os municípios ficarão em risco alto por 14 dias. Não mais faremos avaliação a cada semana, que é o tempo das medidas terem efeito sobre a pandemia”, explicou o governador.

Além da suspensão das aulas presenciais, existem várias outras medidas de restrição que também vão ser aplicadas a estas cidades, segundo o novo  Mapa de risco.

CRITÉRIOS DO MAPA DE RISCO

O Mapa de Risco do Espírito Santo, que aponta a situação de cada cidade em relação à contaminação pela Covid-19, é produzido a partir da Matriz de Risco de Convivência, produzida a partir de dois eixos: o de ameaça e o de vulnerabilidade. Em relação ao eixo ameaça, é levado em conta o coeficiente de casos ativos por município dos últimos 28 dias, além da quantidade de testes realizados por grupo de mil habitantes e a média móvel de óbitos dos últimos 14 dias.

Já o eixo de vulnerabilidade considera a taxa de ocupação de leitos potenciais de UTI exclusivos para tratamento da Covid-19, isto é, a disponibilidade máxima de leitos para tratamento da doença. A estratégia de mapeamento de risco teve início em abril do ano passado.

Segundo informações do governo estadual, o Mapa de Risco segue as orientações dos boletins epidemiológicos do Ministério da Saúde e recomendações da equipe de especialistas do Centro de Comando e Controle (CCC) Covid-19 no Espírito Santo, que é composto pelo Corpo de Bombeiros Militar, Defesa Civil, Secretaria da Saúde (Sesa), Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) e da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). As decisões seguem parâmetros técnicos.

VEJA O PRONUNCIAMENTO DO GOVERNADOR RENATO CASAGRANDE NA ÍNTEGRA

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