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Análise da Sesa

Coronavírus: Vitória e Serra têm tendência de estabilidade da curva

A afirmação é do secretário de Saúde, Nésio Fernandes. No entanto, ele reforça que a estabilização pode  ser temporária por causa do aumento de casos em outros municípios

Publicado em 16 de Junho de 2020 às 18:17

Redação de A Gazeta

Publicado em 

16 jun 2020 às 18:17
Movimento de pessoas durante a pandemia de coronavírus na Praia de Camburi, Vitória
Movimento de pessoas durante a pandemia de coronavírus na Praia de Camburi, Vitória Crédito: Carlos Alberto Silva
Coronavírus: Vitória e Serra têm tendência de estabilidade da curva
Com mais de cinco mil casos de novo coronavírus confirmados, Vitória e Serra têm uma tendência de estabilidade no registro de novos pacientes diagnosticados com o vírus. A informação é do secretário de Saúde Nésio Fernades.
Juntos, os dois municípios representam 37,22% (422) do índice de mortes provocadas pelo vírus no Espírito Santo.
Segundo dados do Painel Covid-19 divulgados na tarde desta terça-feira (16), o Estado registrou 29.030 pessoas infectadas e 1.132 óbitos relacionados à pandemia. No entanto, o secretário estadual da Saúde, Nésio Fernandes, afirma que ainda não é possível indicar que o Espírito Santo já tenha alcançado uma estabilidade geral do número de novos casos.
“Nos municípios de Vitória e Serra há uma tendência de estabilidade na formação da curva de casos. No entanto, ainda não é possível afirmar que tenhamos alcançado um platô sustentado. O resultado final da soma de casos, também incluindo os outros municípios da Grande Vitória, apontam que ainda teremos uma quantidade muito grande de casos acumulados na Grande Vitória. Em especial, ainda crescente em Cariacica e em Vila Velha. E temos um crescimento importante e significativo em direção ao interior do Espírito Santo”, detalhou Nésio.
O secretário relembrou que o resultado da terceira fase de investigação da disseminação do novo coronavírus no Estado mostrou um aumento no número de casos nas cidades do interior. Os dados de extensão do inquérito sorológico apontam que o número de pessoas contaminadas passou de 6 mil, na primeira etapa, para 51 mil na mais recente. O balanço foi divulgado no último sábado (13).
Durante a entrevista concedida à imprensa na tarde desta terça, o secretário foi enfático ao pontuar que ainda não é o momento de modificar a matriz de risco, que define o índice de contaminação a partir da análise de um grupo de fatores. No entendimento dele, agora é o momento de fortalecimento das medidas de distanciamento social e adoção de medidas de higiene pessoal.
“Precisamos não ir à praia, não desenvolver atividades de lazer ou esporte porque ainda temos uma grande quantidade de pacientes críticos nos leitos de UTI. A rede hospitalar está sendo diariamente pressionada a níveis críticos de modo que não conseguimos baixar de 84% a 85% da ocupação de leitos de UTIs. Se nós chegarmos a mais de 90% da ocupação do número de leitos de UTIs, nós teremos que tomar medidas extremas”, disse.

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