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Terá exposição

Reabertura é adiada e Museu de Arte do ES deve operar em dezembro

Visitas terão que ser obrigatoriamente agendadas e espaço só receberá até 10 pessoas por vez. Maes vai reabrir com exposição 'Vix - Estórias Capixabas'

Publicado em 06 de Novembro de 2020 às 06:01

Redação de A Gazeta

Publicado em 

06 nov 2020 às 06:01
Data: 31/12/2019 - ES - Vitória - MAES, Museu de Artes do ES - Editoria: Cidades - Foto: Fernando Madeira - GZ
Fachada do Museu de Arte do Espírito Santo (Maes), no Centro de Vitória Crédito: Fernando Madeira

Atualização

06/11/2020 - 4:50
A versão anterior do texto não tinha a data de fim da exposição que estará no museu. A informação foi repassada pela assessoria da Secult nesta sexta-feira (6) e o texto foi atualizado.
Museu de Arte do Espírito Santo - Dionísio Del Santo (Maes) deveria reabrir no próximo dia 10 de novembro, conforme apresentado na reunião do Conselho de Cultura e divulgado pelo Divirta-se. No entanto, a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) decidiu adiar o retorno das operações do espaço cultural para 3 de dezembro, com agendamento para visitação.
O anúncio também foi feito pelo Governador Renato Casagrande em seu perfil no Twitter, nesta quinta-feira (5).  "No Dia Nacional da Cultura tenho a alegria de anunciar a reabertura do nosso Museu de Arte do Espírito Santo para 03/12. A exposição “Vix - Estórias Capixabas” reunirá 23 artistas em diálogo com a cidade e a história do MAES. A visitação será agendada e seguirá todos os protocolos", escreveu.
De acordo com a Secretaria, só poderão entrar no espaço até 10 pessoas por vez após higienizarem as mãos com álcool em gel e estarem usando máscaras. Elas serão divididas em dois grupos de cinco visitantes, cada. "A prioridade é a segurança dos visitantes e das pessoas que trabalham no Museu", destaca o órgão em nota.
Os agendamentos começam uma semana antes da reabertura oficial do local (ou seja, no dia 26 de novembro). O interessado deve enviar um e-mail para [email protected].
museu reabrirá com a exposição "Vix Estórias Capixabas", como A Gazeta já havia adiantado. A mostra, que fica em cartaz até março de 2021, foi elaborada a partir de obras de dois artistas capixabas presentes no acervo do museu – o serígrafo Dionísio Del Santo, que dá nome ao museu, e o pintor Eupídio Malaquias - e que estarão reunidas com propostas artísticas de 23 artistas contemporâneos locais e de outros Estados, incluindo Hilal Sami Hilal.
"A perspectiva da direção do Maes é de que a montagem, iniciada em setembro, termine em duas semanas. A programação de encontros, palestras e debates, será realizada virtualmente por conta do Estado de Emergência e também para aumentar os acessos à discussão de arte contemporânea", fala, trecho do comunicado enviado pelo Executivo à reportagem.
Depois de transmitida, essa programação que a Secult também fará pela internet vai ficar disponível no canal do YouTube da pasta, no site do Maes e sob solicitação no site culturaconecta.es.gov.br.

MUDANÇAS

A reabertura do MAES chega após quatro anos de obras do espaço que é tombado como patrimônio histórico. O projeto previu soluções para portadores de necessidades especiais, como banheiros, elevador, e sinalização adequada, além de mobiliário adequado para Guarda do Acervo hoje aproximadamente com 600 obras.
“O espaço passou por uma reestruturação no espaço expositivo, na reserva técnica onde fica acomodado o seu acervo e também em sua acessibilidade. Esperamos que o Maes proporcione o estímulo à pesquisa sem contar as ações dos projetos educativos que contemplem toda a sua diversidade pois é um patrimônio feito para ser revisitado. Temos o entendimento que a arte tem de ser para todos”, afirmou Ana Luiza Bringuente durante a reunião ordinária do Conselho Estadual de Cultura (CEC), no último dia 8 de outubro.
Na reunião on-line, a subsecretária de Estado de Políticas Culturais, Carolina Ruas, também enfatizou a potencialidade do local por disponibilizar ao público uma série de especificidades, ou seja, ser um espaço cultural, um local de acessibilidade e um patrimônio cultural tombado pela CEC.
"Poucas pessoas tiveram contato com o acervo do museu, que é extremamente rico. Este foi um dos principais motivos desta obra, que é proporcionar um espaço adequado para a reserva técnica para poder acomodar estas obras, que são de um valor inestimável para nossa história", destacou Carolina.

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