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Opinião da Gazeta

BR 101 na Serra: demora na troca de trechos também prejudica o usuário

A oficialização dessa troca não é mera formalidade. Ela muda tudo: melhora os serviços prestados aos usuários da BR 101, dá mais qualidade urbana aos moradores da cidade e acaba com qualquer insegurança jurídica

Publicado em 16 de Setembro de 2025 às 01:00

Públicado em 

16 set 2025 às 01:00

Colunista

Contorno do Mestre Álvaro (para uso em Opinião da Gazeta somente)
Contorno do Mestre Álvaro Crédito: Fernando Madeira
Surpresa seria se não houvesse tanta burocracia, mesmo assim é preciso insistir publicamente: não faz sentido algum que, quase dois anos após a inauguração do Contorno do Mestre Álvaro, rota pensada para tirar a BR 101 do perímetro urbano da Serra, os quase 20 quilômetros entregues em dezembro de 2023  ainda não estejam sob a guarda da Ecovias Capixaba, que acabou de assinar novo contrato de concessão da via
Assim como se aguarda a municipalização do trecho urbano, do quilômetro 244,9 ao quilômetro 276,8. Conforme o prometido em 2022 pela gestão municipal da época, o novo Plano Diretor Municipal (PDM) da Serra iria prever ciclovias, viadutos, reduções de semáforos e galerias comerciais. Ou seja, uma cara de avenida para uma via que sempre teve tráfego intenso de veículos pesados. Afinal, é o trecho de uma das maiores rodovias do país fazendo parte da cidade. O avanço urbano para a Serra com a mudança é incontestável.
A oficialização dessa troca  não é mera formalidade. Ela muda tudo: melhora os serviços prestados aos usuários da BR 101, dá mais qualidade urbana aos moradores da cidade e acaba com qualquer insegurança jurídica.
Para quem passa pelo Contorno do Mestre Álvaro, é a garantia de manutenção feita pela concessionária, assim como a prestação de serviços como ambulância, veículos de inspeção e guinchos. É com a Ecovias assumindo o trecho que a concessão tem razão de ser nesse empreendimento viário com verbas federais para encurtar distâncias e aumentar a segurança do tráfego. Enquanto isso não ocorre, os reparos seguem feitos pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).
A reversão dos trechos parou na etapa de arrolamento em janeiro de 2024, um mês após a inauguração do Contorno.  Nessa fase, é feito o levantamento de todos os bens existentes no trecho urbano da rodovia e no Contorno do Mestre Álvaro. A efetivação da troca agora está prevista para o fim deste ano. O trâmite em questão é supervisionado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Vale lembrar que o Contorno do Mestre Álvaro foi uma obra cercada de problemas e atrasos. Acelerar esse processo é reduzir uma infinidade de possíveis entraves pelo caminho.  Mas, acima de tudo, é entregar à população o que foi prometido desde o início.

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