Segundo explicou o executivo, o ano de 2023 será de muito estudo de mercado. "O Brasil vai demandar mais aço galvanizado (com tratamento especial anti corrosão) nos próximos anos. O Brasil é um importador de galvanizados. De olho nisso, estamos ampliando a produção de laminados a frio em Vega (Santa Catarina), mas a fábrica chegará ao seu limite físico. Aí é que entraria Tubarão, que hoje abriga um laminador a quente. Vamos avaliar, ao longo de 2023, como o mercado vai andar e o que irá demandar lá para 2026 e 2027. Estamos confiantes, vamos estudar muito o mercado ao longo de 2023 e, se for o caso, fazer anúncios de investimentos em 2024".