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Cerveja de 600 ml pode custar de R$ 13 a R$ 28 nas praias da Grande Vitória

Cerveja de 600 ml pode custar de R$ 13 a R$ 28 nas praias da Grande Vitória

Levantamento de A Gazeta mostra que bebida pode ser encontrada nas orlas a partir de R$ 12, considerando local, marca e tamanho

Gabriela Maia

Estagiária / [email protected]

Publicado em 28 de janeiro de 2026 às 10:54

Garrafas e latas de cerveja
Levantamento feito por A Gazeta mostra que, em média, a cerveja de 600 ml custa R$ 17,70 nas praias da Capital. Crédito: Shutterstock

Tomar uma cerveja gelada é um dos hábitos mais comuns ao aproveitar uma praia. Porém, esse costume pode pesar no bolso. Na Grande Vitória, o preço da garrafa de 600 ml, por exemplo, varia de R$ 13 a R$ 28 — uma diferença de 115%, dependendo do local. A reportagem de A Gazeta foi às principais praias da região para conferir por quanto o produto tem sido vendido na alta temporada.

O levantamento — concentrado nas praias de VitóriaSerra e Vila Velha, nos dias 8,9 e 16 de janeiro, respectivamente — considerou diferentes formatos para mapear o custo desse lazer à beira-mar. Levando em conta diferentes tipos de embalagens, marcas e estabelecimentos consultados, a amplitude de preços mostra que o gasto do consumidor pode mais que dobrar até no mesmo calçadão.

Do mais caro ao mais barato

Os dois extremos da pesquisa estão na Praia de Camburi, em Vitória. O valor mais baixo foi encontrado no Quiosque da Cida, onde a cerveja de 600 ml custa a partir de R$ 13. Já o preço mais alto, de R$ 28, é praticado no Restaurante Tarrafas (Quisoque K3) da orla. Na Curva da Jurema, os preços ficam em um patamar intermediário. Por lá, a cerveja, seja long neck, seja garrafa tradicional, varia entre R$ 12 e R$ 17.

Em Manguinhos, na Serra, o preço médio da cerveja de 600 ml gira em torno de R$ 18, valor considerado padrão entre os restaurantes da região, que têm maior apelo gastronômico.

Já em Vila Velha, nas praias de Itaparica e Praia da Costa, o valor da garrafa de 600 ml fica entre R$ 19 e R$ 20, enquanto o latão pode ser encontrado por valores próximos de R$ 13 em barracas mais simples.

''É o preço de verão”

Para quem está aproveitando os dias de sol, a alta não chega a ser surpresa. A família Papi é das que costumam aproveitar as férias para visitar as praias e ter novas experiências. Mesmo assim, a alta nos preços dos produtos nunca é novidade.

“O preço está um pouco salgado. É o preço de verão, né? Sempre sobe. De um jeito ou de outro, acaba subindo”, comenta Júlia, irmã mais velha da família.

Prato servido no Restaurante Maresias, Manguinhos
Família Papi, frequentadora da praia de Manguinhos. Crédito: Ricardo Medeiros

Segundo ela, mesmo comparando praias com perfis diferentes, a sensação é de que os valores seguem um padrão semelhante quando se trata de áreas à beira-mar.

“Aqui é uma experiência diferente também. Tem estrutura, parquinho, mais opções de restaurantes. Acaba pesando no preço, mas vale a pena”, finalizou.

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