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Após 50 dias sem novos casos

Após medidas para conter novo surto, China registra 57 novos casos de coronavírus

O registro ocorre após o país ter fechado o maior mercado atacadista de alimentos na capital e ter bloqueado o acesso a 11 comunidades residenciais para conter um novo avanço do surto

Publicado em 14 de Junho de 2020 às 13:12

Redação de A Gazeta

Publicado em 

14 jun 2020 às 13:12
Pessoas usam máscaras na cidade de Pequim. A Comissão Nacional de Saúde da China  informou  que mais 25 pessoas morreram em função de   doenças provocadas pelo coronavírus
Após 50 dias sem registrar novos casos, China volta a sofrer com aumento de casos da COVID-19 Crédito: Mark Schiefelbein/AP
A China registrou neste domingo (14) o maior aumento diário do número de casos do novo coronavírus dos últimos dois meses. Neste domingo, foram identificados 57 novos casos de infecção, sendo 36 delas em Pequim. O registro ocorre após o país ter fechado o maior mercado atacadista de alimentos na capital e ter bloqueado o acesso a 11 comunidades residenciais próximas para conter um novo avanço do surto.
Embora a pandemia tenha se iniciado no país asiático em dezembro, em março as autoridades declararam que a doença estava controlada e iniciaram um processo de afrouxamento das medidas de isolamento social. Mas nesta semana, após 50 dias sem novos casos, os testes de diagnóstico em Pequim voltaram a dar positivo.
Em Bangladesh, a covid-19 continua avançando. Neste domingo, o país registrou 3.141 novos casos e mais 32 óbitos por causa da doença, elevando o número total de infectados para 87.529 e o de mortos para 1.171. Entre as vítimas fatais estão um ministro do Gabinete do Primeiro Ministro e um ex-ministro da saúde, que morreram ontem, de acordo com a diretora geral da Diretoria de Saúde, Nasima Sultana.
Já na Coreia do Sul, 34 novos casos foram confirmados neste domingo, a maioria na área metropolitana da capital Seul. O número total de infectados agora chega a 12.085, com 277 mortes. As infecções estão sendo vinculadas a estabelecimentos noturnos, serviços religiosos, um armazém de comércio eletrônico e vendedores que vão de porta em porta. O país estava registrando centenas de novas infecções todos os dias antes de conseguir amenizar a propagação da doença com o isolamento social. A flexibilização dessas medidas, entretanto, está possibilitando um retorno dos casos.

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