Publicado em 3 de fevereiro de 2026 às 17:05
- Atualizado há 5 horas
O preço médio dos imóveis residenciais no país subiu 0,20% em janeiro, uma desaceleração em comparação com dezembro, quando teve alta de 0,28%, e com novembro, quando subiu 0,58%. Já em Vitória, o avanço foi de 0,40% em janeiro, um avanço bem maior do que o registrado em dezembro, que foi de 0,04%. Mas a valorização do valor médio do metro quadrado na Capital ficou atrás de Vila Velha, que registrou aumento de 0,47% em janeiro e 0,68% em dezembro. >
Os dados são do Índice Fipezap, pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) com base nos classificados de imóveis em 56 cidades. A pesquisa contabiliza os valores dos anúncios, não dos negócios fechados.>
A alta nos preços pedidos abrangeu 47 das 56 cidades monitoradas, incluindo 16 das 22 capitais: Belém (2,19%); Manaus (1,07%); Salvador (1,07%); Florianópolis (0,82%); Brasília (0,65%); Natal (0,62%); Fortaleza (0,53%); Vitória (0,40%); Rio de Janeiro (0,17%); Teresina (0,17%); São Paulo (0,15%); Goiânia (0,14%); Aracaju (0,10%); Campo Grande (0,08%); Maceió (0,04%); João Pessoa (0,03%).>
Em contrapartida, houve recuos nos preços pedidos em: São Luís (-1,02%); Curitiba (-0,66%); Belo Horizonte (-0,24%); Recife (-0,23%); Cuiabá (-0,23%); e Porto Alegre (-0,12%).>
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No acumulado dos últimos 12 meses até janeiro, o crescimento dos preços pedidos foi de 6,12%, superando a inflação média medida pela IPCA, estimado em 4,31%. O levantamento mostrou ainda que o preço médio anunciado chegou a R$ 9.642 por metro quadrado no país. Em São Paulo foi a R$ 11.915/m2; no Rio, R$ 10.850/m2, Belo Horizonte, R$ 10.640/m2, e em Brasília, R$ 9.857/m2. >
Já em Vitória, o preço médio do metro quadrado anunciado permanece como o mais alto (R$ 14.253) entre as capitais, enquanto Vila Velha apresenta um valor médio de R$ 10.389.
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O que vem motivando o crescimento nos preços ao longo do ano, segundo o estudo, é a combinação de demanda aquecida da população, tendo como base o desemprego em queda, a renda em alta e os incentivos de programas públicos para habitação popular. Além disso, os custos de construção em alta fazem com que os novos imóveis subam mais de preço. O movimento só não é mais forte por conta dos juros altos dos financiamentos, que inibem boa parte das vendas.>
*Com informações do Estadão Conteúdo e FipeZap.>
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