- Avenida Fernando Ferrari, sentido Vitória-Serra, na região dos bairros Solon Borges e Jabour
- Avenida Norte-Sul, sentido Vitória-Serra, da Praia de Camburi até o Terminal de Carapina
- Rodovia das Paneleiras, sentido Vitória-Serra, até o Trevo de Carapina
- BR 101 em Carapina, sentido Serra-Vitória, do bairro José de Anchieta até o Trevo de Carapina
Nota na íntegra | Ceturb-ES
A Ceturb-ES informa que a manifestação ocorrida no Terminal de Carapina na manhã desta quarta (17) é realizada por modulistas dos terminais de integração da Grande Vitória.
Ao longo de 20 anos foram promovidos vários acordos entre a Companhia e os modulistas. Vale pontuar que a ocupação exercida por eles é absolutamente irregular e contrária ao interesse público objetivado nos terminais de integração da Grande Vitória.
Frisa-se também que os modulistas, possuem um Termo de Permissão, a título precário, que não se encontra mais em condições de vigência para atuação nos terminais. Além disso, padecem de inadimplência quase absoluta, sendo que estas contas se referem a valores de aluguel, energia elétrica e água. Há notícias de venda de produtos ilegais e de utilização indevida dos módulos. Ainda assim, eles se recusam a deixar os espaços dos terminais.
Além do mais, os manifestantes não respeitam o regulamento de convivência dos Terminais e descumprem reiteradamente as solicitações da Ceturb/ES. Consequentemente, atrapalham o desenvolvimento das atividades necessárias à regular operação do Transporte Coletivo de Passageiros da Grande Vitória.
Em acordo firmado com a Defensoria Pública, Associação dos modulistas - ACOMTUR e a Ceturb/ES, a desocupação voluntária deveria ter sido realizada desde 04 de novembro de 2022, o que não ocorreu.
Há diversas ações objetivando a reintegração de posse dos espaços reclamados pelos manifestantes, entretanto, aguardam ainda provimento jurisdicional, com exceção das ações já vencidas pela Companhia.
A Ceturb/ES se opõe veementemente a quaisquer situações de irregularidades no que diz respeito à ocupação dos terminais pelos modulistas e não compactua com as atividades exercidas nos moldes atuais.