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Fecomércio estuda linha de crédito a comerciantes afetados pela chuva no Sul do ES

Vice-presidente da Federação disse que mesa diretora se reunirá ainda esta semana para analisar liberação de financiamento para comerciantes do sul Estado que foram atingidos pelas chuvas

Publicado em 20 de Janeiro de 2020 às 13:50

Redação de A Gazeta

Publicado em 

20 jan 2020 às 13:50
Água das chuvas invadiu comércios em Iconha deixando estabelecimentos destruídos   Crédito: Internauta
A Federação do Comércio do Espírito Santo estuda a liberação de uma linha de crédito para comerciantes que foram afetados pelas chuvas fortes que atingiram o Sul do Estado. Em alguns locais, como Iconha, 100% do comércio foi praticamente perdido. 
"Vamos marcar uma reunião em caráter de urgência com a mesa diretora para decidir se vamos fazer alguma ação de ajuda financeira, arrumar um financiamento ou criar uma linha de crédito para a recuperação do setor de comércio da região", declarou o vice-presidente da Fecomércio João Elvécio Faé.
Enxurrada provocada pela chuva levou mercadorias de comércio em Iconha  Crédito: Luciana Pessanha Tavares
Esta não seria a primeira vez que a Fecomércio liberaria um plano de ajuda financeira para comerciantes afetados por tragédias. Durante a greve da Polícia Militar, em fevereiro de 2017, a federação criou uma linha de crédito para pessoas que tiveram prejuízo total ou parcial no comércio. 
"Não acredito que vamos ter problema em aprovar uma medida dessa, mas precisamos da liberação do conselho da Federação. Por enquanto, estamos pedindo sindicatos e empresas doações para os comerciantes e a população destas regiões afetadas"
João Elvécio Faé - Vice-presidente da Fecomércio
Além da perda de mercadorias, em alguns municípios como Iconha e Alfredo Chaves, os estabelecimentos comerciais ficaram completamente destruídos. Por causa disso, segundo Faé, não é possível estimar quanto tempo levará para o comércio se reerguer.
"Pode levar 30 dias a seis meses, depende da situação de cada lugar, da ajuda que receber. Tem comércio que perdeu as paredes, caiu tudo. Todas estas questões vão ser analisadas pela Fecomércio para saber qual medida tomar", finalizou.

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