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Vidigal: "Revezamento com Audifax foi simplesmente coincidência"

Em entrevista para A Gazeta no segundo turno da disputa pela Prefeitura da Serra, deputado federal e ex-prefeito destacou que ele e o atual prefeito, Audifax Barcelos, que se revezam no poder desde a eleição de 1996, são "escolhas do povo"

Publicado em 19/11/2020 às 15h40
Entrevista Sergio Vidigal (PDT) para A Gazeta nesta quinta-feira (19)
Entrevista Sergio Vidigal (PDT) para A Gazeta nesta quinta-feira (19). Crédito: Reprodução

Desde 1997,  logo após o resultado das eleições de 1996, o município da Serra só teve dois prefeitos: Sergio Vidigal (PDT) e Audifax Barcelos (Rede). Vidigal tenta, agora, assumir o quarto mandato à frente da cidade e afirmou, em entrevista para A Gazeta, nesta quinta-feira (19), que o "revezamento" dos dois na prefeitura foi "simplesmente uma coincidência."

"Eu creio que esse revezamento que você fala seja simplesmente uma coincidência. O que ocorreu foi que o Audifax era nosso secretário e nós planejamos a cidade para 20 anos. Então esse planejamento da cidade uma grande parte foi sendo executada e, lógico, isso trouxe resultados para a população. As minhas candidaturas e do atual prefeito não foram escolhas nossas. Foram escolhas da população", destacou. Veja abaixo o vídeo com a entrevista, que foi transmitida ao vivo, na íntegra. Ele fala sobre a "coincidência" a partir de 23 minutos e quatro segundos.

Quando Audifax concorreu pela primeira vez, em 2004, foi com apoio de Vidigal. Ele foi secretário de Administração no segundo mandato do pedetista, que teve início no ano 2000. Os dois romperam logo depois e passaram a se alternar no poder. O cenário, mais de 20 anos depois, é quase o mesmo: Vidigal disputa o segundo turno com Fabio Duarte (Rede), candidato apoiado por Audifax.

O atual deputado federal aposta no discurso de que, em momentos de crise, o ideal é optar por "quem tem experiência em gestão pública." Questionado sobre o motivo de tentar, de novo, ser prefeito do município destacou sua experiência e, sem citar nomes, falou em não ser o momento de "aventuras."

"Nesse momento a cidade precisa de alguém que seja experiente, alguém que tenha conhecimento de gestão, que esteja preparado para esse novo momento. Alguém que tenha capacidade de unir a cidade. Esse momento não é o momento de aventura. Não é o momento de mudar por mudar. Não é de mudar por alguém que nunca teve experiência, nunca teve resultados", pontuou.

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