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Operação Telic

Preparador físico com passagens por clubes capixabas é preso em ação contra o PCV

Wallace Pessanha, que já trabalhou na Desportiva, Real Noroeste e Vitória, foi detido em Vila Velha na manhã desta terça-feira (11)

Publicado em 11 de Novembro de 2025 às 18:59

Vinícius Lima

Publicado em 

11 nov 2025 às 18:59
Wallace Pessanha, preparador físico, foi preso por envolvimento à facção ligada ao PCV
Wallace Pessanha, preparador físico com passagem pelo futebol capixaba, foi preso por envolvimento à facção ligada ao PCV Crédito: Vinny Willyan
Wallace Pessanha Ribeiro, preparador físico e velho conhecido do futebol capixaba, foi preso em Vila Velha, na manhã desta terça-feira (11). Ele e mais outras 12 pessoas foram detidas na segunda fase da Operação Telic, ação do Ministério Público do Espírito Santo (MPES), que tem como objetivo desarticular núcleos da facção Primeiro Comando de Vitória (PCV) ligados ao Comando Vermelho, facção do Rio de Janeiro.
Ele acumula anos de rodagem por times de grande expressão do Estado, e fez parte das campanhas vitoriosas da Desportiva (2013 e 2016) e Serra (2018) do Capixabão, além de também estar presente nos títulos de Copa Espírito Santo pelo time grená (2012), Real Noroeste (2019) e Vitória (2022).
Sua última passagem pelo futebol capixaba foi em 2024, quando foi anunciado o retorno dele à Locomotiva Grená. No dia 7 de abril deste ano, ele foi anunciado pela Patrocinense para a disputa do Módulo II do Campeonato Mineiro.
Antes disso, Wallace já se envolveu em outro caso policial, quando atirou em vizinho por causa de um meme na internet, em 2017. A ocorrência aconteceu na frente da casa de Richard Vieira, que acusou o preparador físico de ter publicado uma montagem com a foto da esposa nas redes sociais. Os dois discutiram e Wallace atirou na boca de Richard, que acabou hospitalizado.
Wallace Pessanha, preparador físico, foi preso por envolvimento à facção ligada ao PCV
Wallace Pessanha, ao centro, acumulou passagens por clubes capixabas como Desportiva, Vitória e Real Noroeste Crédito: Danilo Laslo

A operação

Ao todo, foram expedidos 26 mandados de prisão e 40 de busca e apreensão. Além das prisões, duas armas de fogo (incluindo uma submetralhadora), entorpecentes, dinheiro, máquinas de cartão, notebooks, rádio comunicador, câmeras IPTV, 'catuques' e aparelhos celulares também foram apreendidos.
Segundo o MPES, as investigações apontam que o grupo criminoso é responsável por crimes de tráfico de drogas, assassinatos, tentativas de homicídio e porte ilegal de armas de fogo e munições. Outras três pessoas, que também foram alvo de mandados de prisão, já estavam detidas, enquanto 11 pessoas estão foragidas. As atividades da operação continuam durante o dia.
A reportagem tenta localizar a defesa e o espaço segue aberto para um posicionamento.
Preparador físico com passagens por clubes capixabas é preso em ação contra o PCV

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