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Bento Ferreira

Objeto suspeito mobiliza Esquadrão Antibombas da PM em Bento Ferreira, Vitória

Um objeto cilíndrico foi deixado por um homem na calçada de um prédio da Rua Amélia da Cunha Ornelas, em Bento Ferreira, Vitória, na noite desta terça-feira (19)

Publicado em 20 de Outubro de 2021 às 07:21

Isaac Ribeiro

Publicado em 

20 out 2021 às 07:21
PM é acionada após suspeita de bomba em Bento Ferreira, em Vitória
PM é acionada após suspeita de bomba em Bento Ferreira, em Vitória Crédito: Archimedis Patrício
A suspeita de que uma bomba pudesse ter sido deixada na calçada de um prédio localizado em Bento Ferreira, em Vitória, movimentou a Guarda Municipal e o Esquadrão Antibombas da Polícia Militar na madrugada desta quarta-feira (20).
Um objeto cilíndrico amarelo foi deixado por um homem às 18h24 desta terça-feira (19) na frente de um edifício localizado na Rua Amélia da Cunha Ornelas. Com medo, os moradores acionaram a polícia.
Os militares e agentes da Guarda Municipal isolaram o quarteirão e orientaram que os residentes não saíssem de casa. Por volta da meia-noite desta quarta-feira, os integrantes do esquadrão antibombas chegaram ao local.
Após análise preliminar, o grupo deslocou o artefato até um local seguro. O objeto foi isolado e detonado por volta de 1h30 desta quarta. Em entrevista à TV Gazeta, o soldado Frasson disse que a suspeita de bomba, na verdade, era um cilindro de gás.
"Esse é um procedimento de segurança. Mesmo um objeto suspeito tem que ser tratado como um artefato real "
Soldado Frasson - Polícia Militar

PM DESCARTA AÇÃO DO TRÁFICO

Questionado se a ocorrência teria alguma relação com disputa provocadas pelo controle do tráfico de drogas, o soldado disse que "não tem nada a ver, apenas um objeto suspeito, um fato isolado", declara.
Conforme publicado em A Gazeta, em pouco mais de um mês, o esquadrão antibombas da PM foi acionado cinco vezes para desarmar artefatos explosivos deixados em territórios disputados por traficantes de drogas. 
Até a última segunda-feira (18), a Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) havia registrado 24 ações deste tipo em todo o Espírito Santo. As investigações apontam que este comportamento tem o objetivo de atacar adversários e mostrar poder.
Com informações de Caíque Verli, da TV Gazeta

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