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Morre empresário suspeito de matar a mulher na frente da filha em Castelo

Wellington Denadai Andreão, de 41 anos, estava internado. Ele teria atirado contra a própria cabeça no último sábado (15) após matar Leidiane Erqui Tonetti Andreão na frente da filha deles

Cachoeiro de Itapemirim / Rede Gazeta
Publicado em 20/05/2021 às 17h59
Leidiane Erqui Tonetti Andreão e o marido, Wellington Denadai Andreão
Leidiane Erqui Tonetti Andreão e o marido, Wellington Denadai Andreão. Crédito: Reprodução/ Redes sociais

Morreu na noite desta quarta-feira (19) o empresário Wellington Denadai Andreão, de 41 anos. Ele é suspeito de ter matado a esposa, Leidiane Erqui Tonetti Andreão, de 36 anos, na madrugada do último sábado (15), e depois ter atirado contra a própria cabeça. O crime aconteceu no interior de Castelo, no Sul do Espírito Santo, na frente da filha do casal, uma menina de nove anos.

Wellington estava internado desde o dia do crime. A morte do empresário foi confirmada pela assessoria da unidade e pela Polícia Civil na tarde desta quinta-feira (20). Ainda segundo a polícia, o inquérito que investigou o crime foi concluído e encaminhado ao Ministério Público do Espírito Santo, que pode ou não oferecer denúncia.

O corpo de Wellington Denadai Andreão foi encaminhado ao Serviço Médico Legal (SML) de Cachoeiro de Itapemirim para ser liberado para os familiares e para ser feito o exame cadavérico. Com o óbito do principal suspeito, não foi possível esclarecer a motivação do homicídio.

RELEMBRE O CRIME

O crime aconteceu na garagem da casa da família em Aracuí, interior de Castelo. A técnica em enfermagem Leidiane Erqui Tonetti Andreão, de 36 anos, foi atingida por dois disparos. A morte da mulher foi conformada no local. O marido seguia internado estado grave, sob escolta policial, no hospital de Cachoeiro.

De acordo com vizinhos, a filha do casal presenciou o assassinato. A menina, de 9 anos, teria contado a um morador que o pai atirou contra a mãe e, em seguida, ele disparou a arma contra a própria cabeça.

Um vizinho chamou a polícia após ouvir quatro disparos de arma de fogo. A casa da família, com muros altos e cerca elétrica, estava fechada. Os militares tiveram que desligar a energia geral e cortar a cerca para entrar.

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