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Passou por exames...

Menina baleada no ES segue internada: "Apertou minha mão", diz mãe

O pai informou que a menina ainda não fez a operação para retirar a bala, no entanto, a mãe celebra o fato da filha estar viva e reagindo a movimentos
Lara Mireny

Publicado em 

18 jan 2022 às 19:42

Publicado em 18 de Janeiro de 2022 às 19:42

Nesta terça-feira (18), a menina de 4 anos que foi atingida na cabeça por um tiro de arma de chumbinho enquanto brincava na sala de casa, no domingo (16), em Piúma, no Sul do Estado, encontra-se em estado de saúde estável. Essa informação foi confirmada à reportagem de A Gazeta pelo pai da menina.
A criança estava internada no Hospital Infantil de Vitória
A criança está internada no Hospital Infantil de Vitória Crédito: TV Gazeta | Reprodução
A mãe da criança disse que a menina tem realizado novos exames, mas segue sedada. “Ela está com 38 graus de febre e entubada”, contou. Contudo, um movimento chamou a atenção da mãe. “Ela apertou minha mão, devagarinho, várias vezes”, ressaltou.
Além da mão, a criança mexeu o pé. Segundo a mãe, a filha não consegue movimentar todo o corpo completamente devido à sedação. “Perguntei se me amava e ela apertou minha mão. Então está ouvindo tudo o que eu falo”, disse.
O pai informou que a filha ainda não fez a operação para retirar a bala, pois os médicos ainda estão esperando o cérebro desinchar. No entanto, a mãe celebra o fato da viva estar viva. “Ela está viva. Falei que vamos fazer uma festa linda pra ela de aniversário”, falou.

O CASO

De acordo com as informações da Polícia Militar, o disparo que atingiu a cabeça da menina teria sido efetuado pela irmã, de 10 anos, enquanto brincavam na sala de casa no último domingo (16). O pai teria esquecido uma espingarda calibre 5.5 no local em que as crianças estavam.
O homem se apresentou no plantão da Delegacia Regional de Itapemirim, foi ouvido e liberado, já que o caso não estava em estado de flagrante. A Delegacia de Polícia de Piúma, segundo a assessoria da Polícia Civil, apura o caso.
Os nomes das crianças e também dos familiares não foram divulgados para preservar a identidade das meninas.

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