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Nova Almeida

Inspetor penitenciário atira contra criminosos que perseguiam jovens na Serra

Três adolescentes pularam o muro da casa do inspetor e pediram ajuda, alegando que criminosos queriam matá-los; os atiradores não foram presos e ninguém ficou ferido

Publicado em 30 de Setembro de 2021 às 08:16

Redação de A Gazeta

Publicado em 

30 set 2021 às 08:16
O inspetor penitenciário trocou tiros com criminosos em Nova Almeida, na Serra
O inspetor penitenciário trocou tiros com criminosos em Nova Almeida, na Serra Crédito: Archimedis Patrício/TV Gazeta
Um inspetor penitenciário de 44 anos se envolveu em um confronto com criminosos no bairro Nova Almeida, na Serra, na tarde desta quarta-feira (29). Tudo começou depois que três adolescentes pularam o muro da casa dele pedindo socorro, pois estavam sendo perseguidos. Ninguém ficou ferido e os atiradores não foram presos.
Uma estudante de 21 anos, que é amiga do inspetor penitenciário e estava na casa dele, contou que não conhece os meninos e que foi surpreendida por eles. Ela contou que os jovens pularam o muro da casa e pediram socorro, dizendo que criminosos estavam tentando matá-los.
"Eu não conheço os meninos, o policial penal (inspetor) também não. Quando a gente viu, os meninos estavam pulando e pedindo socorro, eles pularam o muro e pediram ajuda, dizendo 'cara, socorre a gente, nos ajuda, tem uns caras querendo matar a gente'. O policial penal não pensou duas vezes, correu dentro do carro, pegou o colete, o distintivo e foi atirar contra eles. Foram muitos tiros que deram, ele estava com uma caixinha com 50 munições e gastou tudo, fora o que estava no carregador", narrou.
A estudante contou ainda que, com medo, foi até o banheiro da casa para se esconder e chamar reforço. Ela enviou um áudio para um outro amigo, que é da Guarda Municipal da Serra, pedindo reforços. Equipes da guarda e da Polícia Militar foram até o bairro, mas não encontraram os criminosos, que fugiram para uma região de mata. 
O inspetor penitenciário e os jovens que estavam sendo perseguidos foram levados ao Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Vitória. Eles foram ouvidos e, depois, liberados. O presidente da Associação dos Inspetores Penitenciários do Espírito Santo, Paulo Ogênio, esteve na delegacia para acompanhar o caso e afirmou que a conduta do inspetor foi correta.
"O colega exerceu muito bem o treinamento que ele adquiriu ao longo da carreira para salvar ali pelo menos três vidas que estavam sendo perseguidas e caíram no quintal dele", finalizou.

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